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	<title>SEO.Lab</title>
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	<description>Laboratório e Técnicas de Search Engine Optimization</description>
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		<title>Estamos no Alltop!</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 12:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mercado de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[O SEOLab é o primeiro blog/site em Português a ser incluído na lista de SEO do site Alltop.com (seo.alltop.com).
O Alltop.com é um portal que concentra os principais sites dos mais variados segmentos de interesse &#8211; um verdadeiro mega-clipping virtual. O principal objetivo do Alltop.com é responder o que &#8220;está acontecendo&#8221; em determinado tema e serve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O SEOLab é o primeiro blog/site em Português a ser incluído na lista de SEO do site <a href="http://alltop.com">Alltop.com</a> (<a href="http://seo.alltop.com">seo.alltop.com</a>).</p>
<p>O Alltop.com é um portal que concentra os principais sites dos mais variados segmentos de interesse &#8211; um verdadeiro mega-clipping virtual. O principal objetivo do Alltop.com é responder o que &#8220;está acontecendo&#8221; em determinado tema e serve como porta de entrada para quem deseja manter-se atualizado em seus temas preferidos.</p>
<p>Em SEO o portal possui uma extensa lista de sites e blogs que cobrem o mundo do search e é exatamente neste grupo que o SEOLab está agora. Rumo ao topo!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-172" title="alltoplogo" src="http://seolab.com.br/wp-content/uploads/2010/01/alltoplogo.jpg" alt="alltoplogo" width="216" height="93" /></p>
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		<title>Real Time Search &#8211; Twitter</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 02:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>williet</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Real Time Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje um colega estava navegando na internet procurando informações sobre a morte do Alborghetti e viu o seguinte box (que eu vi operando com meus próprios olhos) do Twitter integrado nos resultados de busca, sendo atualizados em real time.
Achei interessante&#8230; fico imaginando se é dessa forma que pouco a pouco o Google vai introduzindo elementos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje um colega estava navegando na internet procurando informações sobre a morte do Alborghetti e viu o seguinte box (que eu vi operando com meus próprios olhos) do Twitter integrado nos resultados de busca, sendo <strong>atualizados em real time.</strong></p>
<p>Achei interessante&#8230; fico imaginando se é dessa forma que pouco a pouco o Google vai introduzindo elementos para o real time search.</p>
<p>Clique na imagem para vê-la maior:</p>
<p><a href="http://seolab.com.br/wp-content/uploads/2009/12/image001.jpg"><img src="http://seolab.com.br/wp-content/uploads/2009/12/image001-1024x242.jpg" alt="real time search twitter" title="real time search twitter" width="500" class="aligncenter size-large wp-image-165" /></a></p>
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		<title>SEO para assessorias de imprensa – uma análise do presente e do futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:53:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez o SEO salve as assessorias de imprensa e as coloque definitivamente no século XXI. Explico por que. Há 13 anos, quando comecei a trabalhar com comunicação, existia uma metodologia muito bem estruturada para a produção de releases e para seu envio às redações. Textos bem escritos, montados com uma certa lógica facilitadora, tudo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez o SEO salve as assessorias de imprensa e as coloque definitivamente no século XXI. Explico por que. Há 13 anos, quando comecei a trabalhar com comunicação, existia uma metodologia muito bem estruturada para a produção de releases e para seu envio às redações. Textos bem escritos, montados com uma certa lógica facilitadora, tudo para “não dar trabalho” ao jornalista que o receberia, enfim, fazíamos uma bandeja com tudo o que qualquer jornalista mais gosta sempre com um único objetivo: emplacar o release.<br />
<span id="more-161"></span><br />
Passados esses anos, a coisa parece que não mudou muito. Os releases continuam basicamente os mesmos: texto feito em Word e enviado por email para os jornais. Mas peraí, a comunicação – que eu saiba – mudou nestes anos todos! E não só passamos do fax para o e-mail, mas também temos os jornais e leitores cada vez mais ávidos por novidades. Temos mais e mais agências povoando as redações e os releases competem muito mais entre si no momento da publicação. Além disso, as mídias sociais chegaram e já dominam a web.</p>
<p>Tendo isso em vista, o trabalho do jornalista de assessoria de imprensa, na minha humilde opinião, precisa assimilar estes conceitos novos também em seu dia-a-dia. Mas como fazer isso, muitos podem pensar. Aí entra o SEO.</p>
<p>O SEO como conceito atual e fundamental para um texto competir nos mecanismos de busca coloca o jornalista diante de uma realidade nova – fazer seu texto indexável, não só pelas palavras–chaves corretas, mas também pela própria nova web. Ser indexado pela realidade da internet deve ser o foco do novo release, que chamo de release 2.0. Este novo produto deve ter integração com as novas mídias sociais, deve passar por uma pesquisa de volume de busca para os principais termos do texto, deve apresentar termos-chave em seu título, deve levar textos prontos para se tornarem tags H1 e H2, devem conter links – com anchor texts, obviamente –, devem apontar para outros textos, devem levar fotos indexáveis, vídeos do Youtube. Resumindo: devem ser 2.0.</p>
<p>O mercado, entretanto, não é homogêneo e cego em relação a esta realidade. Já existem no país agências pensando em se tornarem agências de comunicação 2.0. Não vai demorar para vermos essas mudanças por aqui, mesmo sabendo que se trata de uma mudança radical. Mas é exatamente de mudanças radicais que um mercado alheio à nova web por pelo menos 13 anos demanda. Viva o SEO <img src='http://seolab.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>SEO x Jornalismo tradicional: O jornalismo de indexação veio para ficar</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 23:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
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		<description><![CDATA[É engraçado como alguns jornalistas resistem às mudanças. Ok, isso é natural do ser humano, mas no jornalismo isso é mais acentuado. A questão do “meu texto” ou do “meu estilo” (atenção especial para a palavra “meu”) pode prejudicar muito a indexação de uma matéria importante e com grande potencial de atrair acessos.

Tenho participado, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É engraçado como alguns jornalistas resistem às mudanças. Ok, isso é natural do ser humano, mas no jornalismo isso é mais acentuado. A questão do “meu texto” ou do “meu estilo” (atenção especial para a palavra “meu”) pode prejudicar muito a indexação de uma matéria importante e com grande potencial de atrair acessos.</p>
<p><span id="more-156"></span></p>
<p>Tenho participado, por conta da minha atividade profissional, de reuniões com jornalistas responsáveis por conteúdo online e não é raro ouvir que “pensar também em palavras-chave” para a composição de um título ou para a redação do primeiro parágrafo de uma matéria é demais para o dia-a-dia.</p>
<p>Pois é&#8230; mas com o advento Google,o texto não basta estar na web: ele precisa ser encontrado. O “jornalismo de indexação”, como alguns classificam este tema, que conta com o uso de termos-chave corretos nos titles das páginas, nos primeiros parágrafos do texto e alguns outros elementos onpage, pode significar a vida ou a morte aos trabalhos de pesquisa de qualquer redator. Não é incomum encontrarmos jornais menores passando à frente de gigantes das comunicações quando o tema é posicionamento nos mecanismos de pesquisa. Muitos jornais pequenos já usam as técnicas e isso dá a eles o devido destaque.</p>
<p><strong>A virada de mesa</strong></p>
<p>Esta realidade, entretanto, está mudando. Os jornais e revistas impressas que possuem suas versões online já perceberam que foram passados para trás. A “otimização” já é realidade ou tema obrigatório de reuniões em várias redações. O que falta ainda, muitas vezes, é a aplicação dos conceitos. Mas isso é uma questão de tempo e de concorrência.</p>
<p>O jornalismo de indexação, ou simplesmente o SEO para conteúdo jornalístico, é mais uma das diversas mudanças pelas quais o jornalismo passou ao longo de sua existência. Impresso, rádio, TV, internet e agora, os buscadores. Todas estas fases foram superadas e esta é apenas mais uma delas.</p>
<p>Não me espantará se os jornais começarem a exigir de seus candidatos a emprego a indicação de “Conhecimentos em SEO” em seus currículos. Quem estiver antenado também não terá surpresas.</p>
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		<title>Meta Description</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 20:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez mais tenho observado mudanças na forma do Google mostrar o snippet, muitas vezes e cada vez mais frequente ignorando a description tag. O exemplo abaixo, foi buscando por &#8220;publicidade e propaganda&#8221;, percebam que no resultado da Wikipedia, o snippet apresenta um atalho para um link âncora presente na página de Publicidade da Wikipedia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais tenho observado mudanças na forma do Google mostrar o snippet, muitas vezes e cada vez mais frequente ignorando a description tag. O exemplo abaixo, foi buscando por &#8220;publicidade e propaganda&#8221;, percebam que no resultado da Wikipedia, o snippet apresenta um atalho para um link âncora presente na página de Publicidade da Wikipedia. Fica o registro.</p>
<p><span id="more-147"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://seolab.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Imagem11.png"><img class="aligncenter size-large wp-image-151" title="Description com link âncora" src="http://seolab.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Imagem11-1024x296.png" alt="Description com link âncora" width="500" /></a></p>
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		<title>SEO, Search Optimization e Content Optimization</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 15:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gostaria de refletir sobre uma possível mudança dentro de SEO. Mas não por que os buscadores vão mudar fundamentalmente, mas sim, porque a web continuará evoluindo como sempre fez nos últimos anos e essas mudanças podem alterar significativamente o modo que fazemos nosso trabalho de otimização.
Hoje em dia, já não otimizamos apenas para o Google [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de refletir sobre uma possível mudança dentro de SEO. Mas não por que os buscadores vão mudar fundamentalmente, mas sim, porque a web continuará evoluindo como sempre fez nos últimos anos e essas mudanças podem alterar significativamente o modo que fazemos nosso trabalho de otimização.<span id="more-140"></span></p>
<p>Hoje em dia, já não otimizamos apenas para o Google ou buscadores tradicionais: o Youtube, o Flickr, o Slideshare, o Facebook, enfim, as redes sociais já são &#8220;buscadores&#8221;. Cada um com sua particularidade, mas operam como extensões das marcas e dos conteúdos publicados na web.</p>
<p>Se pegarmos o nome &#8220;domínio&#8221; e entendermos que ao deixarmos o nosso &#8220;domínio&#8221; em segundo plano e passarmos a aterrisar em novos territórios, colocando nossos conteúdos (ou produzindo conteúdos novos) em outros sites, estamos de uma certa forma ampliando nossos domínios pela web.</p>
<p>Agora, se formos pensar que em breve estaremos presentes com maior frequência com conteúdos digitais nas TVs, em celulares, em geladeiras, o usuário vai continuar recorrendo à busca para encontrar os conteúdos e o conceito de &#8220;domínio&#8221; talvez sofra mais uma mudança e passamos a contar com uma oportunidade interessante para ocuparmos esses novos territórios com nossos conteúdos.</p>
<p>E aí, como vamos colocar a beterraba do nosso cliente nas primeiras posições da busca através da geladeira?</p>
<p>E então vem o ponto principal: não importa qual será o algoritmo dos eletrodomésticos, dos programas de televisão e dos buscadores. Os usuários e os &#8220;filtros&#8221; sempre irão buscar o conteúdo mais apropriado, mais relevante, aquele conteúdo que consegue interpretar exatamente o que está na cabeça do usuário e fornecer as respostas adequadas para a necessidade desse usuário.</p>
<p><strong>SEO</strong> deveria se afastar um pouco das características técnicas e ir caminhando para ser, cada vez mais, uma função estratégica muito mais próxima de planejamento e arquitetura de informação, algo como <strong>Search Optimization</strong> ou até mesmo <strong>Content Optimization</strong>.</p>
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		<title>Google com novidades em teste</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 15:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades Google]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google sempre está em testes e em evolução. A novidade agora é a barra lateral com mais opções de busca. Resultados recentes, só vídeos, só resultados de fóruns e por aí vai. O destaque vai para o “wonder wheel”, uma funcionalidade em Flash que mostra visualmente termos relacionados a sua busca. Muito interessante 
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google sempre está em testes e em evolução. A novidade agora é a barra lateral com mais opções de busca. Resultados recentes, só vídeos, só resultados de fóruns e por aí vai. O destaque vai para o “wonder wheel”, uma funcionalidade em Flash que mostra visualmente termos relacionados a sua busca. Muito interessante </p>
<p>A novidade, entretanto, não é mostrada para todos os usuários. Vamos esperar e ver se emplaca. </p>
<p>Para saber mais deixo o link de um post bem completo sobre o tema: http://blogoscoped.com/archive/2009-03-24-n84.html</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Link Rel Canonical</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 02:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Análise de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos de SEO]]></category>
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		<description><![CDATA[Os principais buscadores (leia-se Google, Yahoo e Live) lançaram mais um padrão que vai ser incorporado em seus algoritmos, o rel = canonical.
Como ele funciona?
Você coloca essa tag no início das suas páginas (no mesmo local onde você coloca a title e description) e coloca uma indicação de qual a página você quer que seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os principais buscadores (leia-se Google, Yahoo e Live) lançaram mais um padrão que vai ser incorporado em seus algoritmos, o rel = canonical.</p>
<p>Como ele funciona?<span id="more-128"></span></p>
<p>Você coloca essa tag no início das suas páginas (no mesmo local onde você coloca a title e description) e coloca uma indicação de qual a página você quer que seja considerada a principal para determinado conteúdo.</p>
<p>a tag tem o seguinte formato: &lt;link rel=&#8221;canonical&#8221; href=&#8221;link do conteúdo original&#8221;&gt;</p>
<p>Algumas dúvidas que ainda não tenho uma resposta exata, mas que se alguém fizer o teste e quiser colaborar, os espaços abaixo de comentários estão abertos:</p>
<p>1) Se eu colocar essa tag em uma página que não tenha um conteúdo idêntico à página que eu estiver referenciando, ele vai passar o page rank para essa página?</p>
<p>2) Ele funcionaria como um 301 e passaria page rank ou funcionaria apenas como uma tag para evitar conteúdo duplicado (esse já vi uma resposta por aí, acho que o próprio Matt Cutts comentou que funcionaria como um 301, mas gostaria de ver testes)</p>
<p>O problema da tag é que não funciona para domínios diferentes, ou seja, o problema maior ainda não está resolvido, mas em compensação, já traz alguns benefícios para:</p>
<p>- sites que têm programas de afiliados</p>
<p>- sites que geram páginas com session id´s aleatórios na URL com conteúdo igual</p>
<p>Vamos ver o que dizem os blogs e o que os buscadores vão anunciar no SMX West que está acontecendo nesta semana.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Podcast sobre SEO</title>
		<link>http://seolab.com.br/podcast-de-seo/podcast-sobre-seo</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 02:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada participei de um podcast para a Jump Education, o Jumpcast. Fui entrevistado pelo Luli Radfahrer e em uma conversa de aproximadamente 20 minutos conversamos sobre alguns aspectos do search marketing.
www.jumpcast.com.br
Depois de escutar comente sobre o que achou e sobre quais tópicos você gostaria de ouvir em um próximo podcast!
Já na próxima semana, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada participei de um podcast para a Jump Education, o Jumpcast. Fui entrevistado pelo Luli Radfahrer e em uma conversa de aproximadamente 20 minutos conversamos sobre alguns aspectos do search marketing.</p>
<p><a title="Podcast de SEO - Willie Taminato" href="http://www.jumpcast.com.br" target="_blank">www.jumpcast.com.br</a></p>
<p>Depois de escutar comente sobre o que achou e sobre quais tópicos você gostaria de ouvir em um próximo podcast!</p>
<p>Já na próxima semana, devo ter uma participação rápida no searchcast: www.searchcast.com.br &#8211; sem link love até ter um link de volta de lá <img src='http://seolab.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Cuil: Google Killer?</title>
		<link>http://seolab.com.br/google/cuil-google-killer</link>
		<comments>http://seolab.com.br/google/cuil-google-killer#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 13:51:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de concorrência]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Killers]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava lendo o Macmagazine e vi o post sobre o desempenho do Cuil logo após o seu lançamento, pegando os prints sobre audiência nas principais ferramentas para mensuração de tráfego, chegamos ao seguinte:




Bom, tire suas próprias conclusões, mas estou esperando ainda nascer um Google Killer  
(E um último questionamento: por que o Google Trends [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava lendo o <a title="Buscador Cuil, um fracasso de audiência" href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/12/29/buscador-cuil-um-fracasso-de-audiencia/trackback/" target="_blank">Macmagazine</a> e vi o post sobre o desempenho do Cuil logo após o seu lançamento, pegando os prints sobre audiência nas principais ferramentas para mensuração de tráfego, chegamos ao seguinte:</p>
<p><span id="more-107"></span></p>
<p><img class="size-medium wp-image-108" title="cuil-alexa" src="http://seolab.com.br/wp-content/uploads/2008/12/cuil-alexa-300x205.png" alt="Page Views - Cuil - Alexa" width="300" height="205" /></p>
<p><img class="size-medium wp-image-110" title="cuil-compete" src="http://seolab.com.br/wp-content/uploads/2008/12/cuil-compete-300x163.png" alt="Unique Visitors - Compete" width="300" height="163" /></p>
<p><img class="size-medium wp-image-109" title="cuil-trends" src="http://seolab.com.br/wp-content/uploads/2008/12/cuil-trends-300x128.png" alt="Unique Visitors Cuil - Google Trends (sem números do Google, claro)" width="300" height="128" /></p>
<p>Bom, tire suas próprias conclusões, mas estou esperando ainda nascer um Google Killer <img src='http://seolab.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>(E um último questionamento: por que o Google Trends abre as estatísticas de qualquer site &#8211; com volume de buscas suficiente &#8211; mas não abre os números das propriedades do próprio Google? (tente orkut, youtube, google.com, etc)</p>
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