Marketing

100 siglas do marketing digital que todo jornalista deveria conhecer (e ainda não conhece em 2026)

Da reunião de pauta à reunião com o comercial, o vocabulário mudou. Este glossário traduz as siglas que circulam pela redação, com exemplos do dia a dia.

Marketing Digital
Várias siglas de Marketing Digital imagem: ChatGPT

Quem trabalha em veículo de comunicação já passou por isto: a reunião começa e, em cinco minutos, alguém falou em CPM, MQL, CWV e ROAS. Metade da sala concorda com a cabeça sem ter entendido. Este guia existe para acabar com esse constrangimento.

Busca e SEO

1. SEO (Search Engine Optimization): conjunto de práticas para que um conteúdo seja encontrado nos buscadores.
Na prática: o editor ajusta o título da matéria sobre o concurso público para incluir o termo que as pessoas realmente digitam.

2. SEM (Search Engine Marketing): marketing em buscadores, incluindo os anúncios pagos.
Na prática: o marketing compra anúncios no Google para divulgar a campanha de assinaturas.

3. SERP (Search Engine Results Page): a página de resultados de uma busca.
Na prática: antes de escrever, o repórter olha a SERP para ver o que o Google já mostra sobre o tema.

4. CTR (Click-Through Rate): taxa de cliques, ou seja, cliques divididos por impressões.
Na prática: a matéria apareceu 10 mil vezes na busca e teve 300 cliques, um CTR de 3%. Hora de testar outro título.

5. E-E-A-T (Experience, Expertise, Authoritativeness, Trustworthiness): experiência, especialidade, autoridade e confiabilidade, critérios que o Google usa para avaliar qualidade.
Na prática: a página de autor com bio e histórico do repórter de saúde reforça o E-E-A-T das matérias dele.

6. YMYL (Your Money or Your Life): temas que afetam saúde, finanças ou segurança, nos quais o Google é mais rigoroso.
Na prática: a matéria sobre investimentos precisa de fonte especializada e revisão redobrada.

7. QDF (Query Deserves Freshness): mecanismo do Google que privilegia conteúdo recente em buscas sobre assuntos quentes.
Na prática: no dia do resultado do Enem, a matéria mais atualizada sobe na frente das antigas.

8. PAA (People Also Ask): a caixa "As pessoas também perguntam" da busca.
Na prática: o redator usa as perguntas do PAA como intertítulos da reportagem de serviço.

9. GSC (Google Search Console): ferramenta gratuita do Google que mostra o desempenho do site na busca.
Na prática: o editor de audiência consulta o GSC para descobrir quais termos trouxeram leitores ontem.

10. GBP (Google Business Profile): o Perfil da Empresa no Google, antigo Google Meu Negócio.
Na prática: o comercial ajuda um anunciante local a atualizar o GBP como parte de um pacote de visibilidade.

11. DR (Domain Rating): nota de autoridade de um site calculada por ferramentas de SEO a partir dos links que ele recebe. Não é métrica do Google.
Na prática: o anunciante pergunta o DR do portal antes de fechar um conteúdo patrocinado.

12. UGC (User-Generated Content): conteúdo produzido pelo público.
Na prática: comentários, relatos de leitores e vídeos enviados por WhatsApp são UGC e precisam de checagem antes de ir ao ar.

Inteligência artificial e busca

13. LLM (Large Language Model): modelo de linguagem de grande escala, a tecnologia por trás dos chatbots de IA.
Na prática: a redação usa um LLM para transcrever e resumir a coletiva, e o repórter confere tudo antes de publicar.

14. RAG (Retrieval-Augmented Generation): técnica em que a IA busca documentos antes de responder, para se apoiar em fontes.
Na prática: o chatbot do veículo responde ao leitor consultando apenas o arquivo de matérias do próprio site.

15. AIO (AI Overviews): os resumos gerados por IA no topo da busca do Google.
Na prática: a matéria continua em primeiro lugar, mas o clique caiu porque o AIO respondeu à dúvida ali mesmo.

16. GEO (Generative Engine Optimization): otimização para aparecer como fonte nas respostas de IA.
Na prática: o time de audiência reestrutura os guias com respostas diretas e dados verificáveis para serem citados.

17. AEO (Answer Engine Optimization): otimização para mecanismos de resposta, como assistentes de voz e chatbots.
Na prática: o explicador abre com a resposta em duas linhas, antes do contexto.

Site, tecnologia e experiência

18. CMS (Content Management System): o sistema de publicação do site.
Na prática: o repórter fecha a matéria no CMS e agenda a publicação para as 6h.

19. URL (Uniform Resource Locator): o endereço de uma página.
Na prática: mudar a URL de uma matéria já publicada, sem redirecionar, faz o link compartilhado quebrar.

20. HTML (HyperText Markup Language): a linguagem que estrutura as páginas da web.
Na prática: o título da matéria vira a tag H1 do HTML, e por isso só deve existir um por página.

21. API (Application Programming Interface): ponte que permite a dois sistemas trocarem dados.
Na prática: o placar ao vivo do jogo entra na página por meio da API de um fornecedor de dados.

22. RSS (Really Simple Syndication): formato que distribui automaticamente as últimas publicações de um site.
Na prática: agregadores e aplicativos de notícias leem o RSS do veículo para listar as matérias novas.

23. CDN (Content Delivery Network): rede de servidores que entrega o site mais rápido ao leitor.
Na prática: na noite da eleição, a CDN segura o pico de acessos sem derrubar a página.

24. AMP (Accelerated Mobile Pages): formato do Google para páginas leves no celular, hoje pouco exigido.
Na prática: a equipe de produto discute se ainda vale manter a versão AMP das matérias.

25. PWA (Progressive Web App): site que se comporta como aplicativo, com ícone na tela e notificações.
Na prática: o leitor "instala" o portal no celular sem passar pela loja de aplicativos.

26. CWV (Core Web Vitals): conjunto de métricas do Google sobre a experiência de carregamento da página.
Na prática: o relatório de CWV fica vermelho depois que o comercial adiciona três formatos de anúncio.

27. LCP (Largest Contentful Paint): tempo até o maior elemento da tela aparecer. O ideal é até 2,5 segundos.
Na prática: a foto de capa pesada demais piora o LCP da home.

28. INP (Interaction to Next Paint): tempo de resposta da página a um toque ou clique. O ideal é até 200 milissegundos.
Na prática: o leitor toca no menu e nada acontece por um segundo. Isso é INP ruim.

29. CLS (Cumulative Layout Shift): mede o quanto o conteúdo "pula" durante o carregamento. O ideal é até 0,1.
Na prática: o banner carrega atrasado, empurra o texto e o leitor clica no anúncio sem querer.

30. UX (User Experience): a experiência de quem usa o site ou aplicativo.
Na prática: o pop-up de newsletter que cobre a matéria logo na primeira linha é um problema de UX.

Audiência e análise

31. GA4 (Google Analytics 4): a versão atual da ferramenta de análise de audiência do Google.
Na prática: o editor abre o GA4 para ver quantas pessoas estão na matéria agora e de onde vieram.

32. GTM (Google Tag Manager): ferramenta que gerencia os códigos de medição instalados no site.
Na prática: o marketing instala o pixel de um anunciante pelo GTM, sem acionar o time de tecnologia.

33. UTM (Urchin Tracking Module): parâmetros acrescentados a um link para identificar a origem do acesso.
Na prática: o link da newsletter leva UTM para que se saiba que aquele leitor chegou pelo e-mail.

34. PV (Pageviews): número de páginas visualizadas.
Na prática: a galeria de fotos gera muitos PVs, mas isso não significa muitos leitores.

35. UV (Unique Visitors): visitantes únicos em um período.
Na prática: o mídia kit informa os UVs mensais, que é o dado que o anunciante quer ver.

36. MAU (Monthly Active Users): usuários ativos no mês.
Na prática: o aplicativo do veículo tem 200 mil downloads, mas 40 mil MAU.

37. DAU (Daily Active Users): usuários ativos por dia.
Na prática: a relação entre DAU e MAU mostra se o leitor criou o hábito de voltar todos os dias.

38. KPI (Key Performance Indicator): indicador-chave de desempenho.
Na prática: a editoria troca o KPI de pageviews por leitores recorrentes.

39. OKR (Objectives and Key Results): método de metas com um objetivo e resultados mensuráveis.
Na prática: objetivo: fortalecer a relação direta com o leitor. Resultado-chave: chegar a 50 mil inscritos na newsletter.

40. YoY (Year over Year): comparação com o mesmo período do ano anterior.
Na prática: a audiência de outubro caiu 12% YoY, e a comparação com setembro esconderia a sazonalidade.

Mídia e precificação

41. CPM (Custo por Mil): preço de mil impressões de um anúncio.
Na prática: o banner da home é vendido a R$ 40 de CPM.

42. eCPM (CPM efetivo): quanto o veículo de fato recebeu a cada mil impressões, somando todos os modelos de venda.
Na prática: a tabela diz R$ 40, mas o eCPM do mês ficou em R$ 9 por causa do inventário não vendido.

43. vCPM (CPM visível): cobrança apenas pelas impressões que apareceram de verdade na tela do usuário.
Na prática: a agência exige compra em vCPM, e o anúncio do rodapé deixa de contar.

44. RPM (Receita por Mil): receita gerada a cada mil pageviews.
Na prática: a editoria de finanças tem RPM três vezes maior que a de entretenimento.

45. CPC (Custo por Clique): o anunciante paga por clique recebido.
Na prática: a campanha de uma faculdade no portal é cobrada por CPC, e não por exibição.

46. PPC (Pay Per Click): o modelo de publicidade em que se paga por clique, como nos links patrocinados.
Na prática: o marketing roda PPC no Google para captar assinantes.

47. CPL (Custo por Lead): pagamento por contato qualificado entregue.
Na prática: o webinar patrocinado é vendido por CPL, e cada inscrito válido tem um preço.

48. CPA (Custo por Aquisição): pagamento por venda ou ação concluída.
Na prática: em links de afiliados, o veículo recebe comissão por compra realizada, em modelo de CPA.

49. CPV (Custo por Visualização): pagamento por vídeo assistido.
Na prática: o anunciante paga por cada exibição do vídeo antes da reportagem.

50. CPD (Custo por Dia): a diária, valor fixo para ocupar um espaço durante um dia.
Na prática: a marca compra a diária do topo da home no dia do lançamento do produto.

51. ROI (Return on Investment): retorno sobre o investimento.
Na prática: o evento custou R$ 80 mil e rendeu R$ 200 mil em patrocínio.

52. ROAS (Return on Ad Spend): receita gerada para cada real investido em anúncios.
Na prática: a campanha de assinaturas teve ROAS 4, ou seja, R$ 4 de receita por real gasto.

Programática e tecnologia de anúncios

53. DSP (Demand-Side Platform): plataforma usada por anunciantes e agências para comprar mídia de forma automatizada.
Na prática: a agência compra espaço no portal pela DSP, sem falar com o comercial.

54. SSP (Supply-Side Platform): plataforma usada pelo veículo para vender seu inventário automaticamente.
Na prática: o time de operações conecta mais uma SSP para aumentar a disputa pelos espaços.

55. RTB (Real-Time Bidding): leilão em tempo real de cada impressão de anúncio.
Na prática: enquanto a página carrega, anunciantes disputam em milissegundos quem aparece para aquele leitor.

56. PMP (Private Marketplace): leilão fechado, só para anunciantes convidados.
Na prática: o comercial oferece um PMP com preço mínimo maior para marcas premium.

57. HB (Header Bidding): técnica que coloca várias fontes de demanda para disputar o mesmo espaço ao mesmo tempo.
Na prática: a implementação do HB aumenta a receita, mas pede atenção à velocidade do site.

58. GAM (Google Ad Manager): o servidor de anúncios mais usado por publishers.
Na prática: o time de operações programa no GAM a campanha vendida pelo comercial.

59. DMP (Data Management Platform): plataforma que organiza dados de audiência em segmentos.
Na prática: o veículo cria o segmento "interessados em carros" para vender ao anunciante do setor.

60. CDP (Customer Data Platform): plataforma que unifica os dados de leitores identificados.
Na prática: a CDP junta cadastro, newsletters abertas e editorias lidas para personalizar a oferta de assinatura.

61. IVT (Invalid Traffic): tráfego inválido, gerado por robôs ou fraude.
Na prática: o pico de acessos de madrugada vindo de outro país é IVT e não será pago pelo anunciante.

62. MFA (Made for Advertising): sites feitos apenas para exibir anúncios, com conteúdo de baixa qualidade.
Na prática: excesso de anúncios e de galerias caça-clique pode levar o veículo a ser classificado como MFA.

63. VAST (Video Ad Serving Template): padrão técnico para entrega de anúncios em vídeo.
Na prática: a agência envia a tag VAST para que o anúncio rode no player do portal.

Comercial e mercado publicitário

64. PI (Pedido de Inserção): documento que formaliza a compra de mídia.
Na prática: sem PI assinado, a campanha não entra no ar.

65. BV (Bonificação por Volume): incentivo pago pelos veículos às agências conforme o volume investido.
Na prática: o BV entra na negociação anual entre o comercial e a agência.

66. RFP (Request for Proposal): pedido de proposta enviado pelo anunciante ou pela agência.
Na prática: chega um RFP de uma montadora, e marketing e comercial têm 48 horas para responder.

67. GRP (Gross Rating Point): medida de pressão de uma campanha, resultado do alcance multiplicado pela frequência.
Na prática: o anunciante de TV pede a equivalência em GRP para comparar com o digital.

68. SOV (Share of Voice): participação de uma marca no total de exposição de um segmento.
Na prática: o banco quer 30% de SOV na editoria de economia durante o trimestre.

69. OOH (Out of Home): mídia exterior, como outdoors e painéis.
Na prática: o lançamento do novo caderno é divulgado em painéis de rua.

70. DOOH (Digital Out of Home): mídia exterior em telas digitais.
Na prática: as manchetes do veículo aparecem nas telas de elevadores e do metrô.

71. CTV (Connected TV): televisão conectada à internet.
Na prática: o telejornal do grupo passa a vender anúncios segmentados na TV conectada.

72. OTT (Over The Top): conteúdo em vídeo distribuído pela internet, como o streaming.
Na prática: o veículo lança um canal próprio em uma plataforma de streaming gratuita.

73. IAB (Interactive Advertising Bureau): entidade que define padrões da publicidade digital.
Na prática: os formatos de banner vendidos pelo portal seguem os tamanhos do IAB.

74. CENP (Conselho Executivo das Normas-Padrão): entidade que reúne as regras da relação entre anunciantes, agências e veículos no Brasil.
Na prática: o desconto-padrão de agência que aparece na negociação vem dessas normas.

75. CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária): órgão que zela pela ética na publicidade.
Na prática: conteúdo patrocinado sem identificação clara pode render denúncia no CONAR.

Funil, vendas e relacionamento

76. B2B (Business to Business): negócios entre empresas.
Na prática: a venda de publicidade e de eventos corporativos é B2B.

77. B2C (Business to Consumer): negócios com o consumidor final.
Na prática: a assinatura digital vendida ao leitor é B2C.

78. D2C (Direct to Consumer): venda direta, sem intermediários.
Na prática: o clube de vinhos do jornal vende direto ao leitor.

79. ICP (Ideal Customer Profile): perfil de cliente ideal.
Na prática: o comercial define que o ICP do projeto são redes de varejo regionais com verba de mídia própria.

80. MQL (Marketing Qualified Lead): contato que demonstrou interesse, mas ainda não está pronto para a venda.
Na prática: quem baixou o mídia kit é um MQL.

81. SQL (Sales Qualified Lead): contato pronto para ser abordado pelo time de vendas.
Na prática: quem pediu orçamento para a campanha de fim de ano é um SQL.

82. SDR (Sales Development Representative): profissional que faz o primeiro contato e qualifica os leads.
Na prática: o SDR liga para quem pediu o mídia kit antes de envolver o executivo de contas.

83. SLA (Service Level Agreement): acordo de prazos e responsabilidades entre áreas ou com clientes.
Na prática: fica combinado que o estúdio de conteúdo entrega o texto patrocinado em cinco dias úteis.

84. BANT (Budget, Authority, Need, Timeline): roteiro para qualificar um lead por orçamento, poder de decisão, necessidade e prazo.
Na prática: antes de montar a proposta, o executivo confirma se o contato tem verba e se é ele quem decide.

85. ABM (Account-Based Marketing): marketing voltado a uma lista específica de empresas.
Na prática: o veículo cria um material exclusivo para conquistar os dez maiores anunciantes do estado.

86. CRM (Customer Relationship Management): sistema que registra o relacionamento com clientes.
Na prática: todo contato com o anunciante é anotado no CRM para que ninguém faça duas abordagens.

Leitor, produto e receita direta

87. CAC (Custo de Aquisição de Cliente): quanto custa conquistar um novo cliente.
Na prática: foram R$ 30 mil em campanha para 500 novos assinantes, um CAC de R$ 60.

88. LTV (Lifetime Value): valor que um cliente gera durante todo o relacionamento.
Na prática: o assinante paga R$ 20 por mês e fica, em média, 18 meses. O LTV é de R$ 360.

89. ARPU (Average Revenue Per User): receita média por usuário.
Na prática: somando assinatura e publicidade, cada leitor cadastrado rende R$ 4 por mês.

90. MRR (Monthly Recurring Revenue): receita recorrente mensal.
Na prática: o MRR das assinaturas digitais é o número que a diretoria acompanha toda semana.

91. NPS (Net Promoter Score): indicador de satisfação baseado na disposição de recomendar.
Na prática: a pesquisa com assinantes pergunta, de 0 a 10, se eles indicariam o jornal a um amigo.

92. CRO (Conversion Rate Optimization): otimização da taxa de conversão.
Na prática: o time testa duas versões da página de assinatura para ver qual converte mais.

93. CTA (Call to Action): chamada para ação.
Na prática: o botão "Assine por R$ 1,90" ao fim da matéria é um CTA.

94. LP (Landing Page): página criada para uma única ação.
Na prática: a inscrição no evento do veículo acontece em uma LP sem menu nem distrações.

95. CTOR (Click-to-Open Rate): cliques divididos pelo número de e-mails abertos.
Na prática: a newsletter tem boa abertura e CTOR baixo. O assunto do e-mail funciona, mas o conteúdo não segura.

Privacidade e dados

96. LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados): a lei brasileira que regula o uso de dados pessoais.
Na prática: o formulário da newsletter informa para que o e-mail será usado e não traz caixas já marcadas.

97. ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados): órgão que fiscaliza a LGPD.
Na prática: um vazamento da base de assinantes precisa ser comunicado à ANPD.

98. GDPR (General Data Protection Regulation): a lei europeia de proteção de dados.
Na prática: o leitor que acessa da Europa vê um aviso de consentimento diferente.

99. CMP (Consent Management Platform): ferramenta que coleta e registra o consentimento do usuário.
Na prática: o banner de cookies do portal é gerenciado por uma CMP.

100. PII (Personally Identifiable Information): informação que identifica uma pessoa, chamada de dado pessoal na LGPD.
Na prática: nome, e-mail e CPF dos assinantes são PII e não podem ser repassados ao anunciante sem autorização.

Logicamente não precisa saber tudo isso decorado

Mas um jornalista que entende o que é CPM, lead, CTR e LGPD participa das decisões sobre o próprio trabalho, em vez de apenas recebê-las.

Em 2026, saber o que essas siglas significam faz parte da profissão.