Laboratório de SEO


Pesquisa de palavras-chave: Adwords

Categorias: Análise de Concorrência, Análise de SEO, Google, SEO — Willie July 9, 2008 @ 1:01 pm

Finalmente aconteceu, o Adwords está mostrando uma média numérica de volume de busca por palavras-chave.

Por que isso é importante?

1º) até hoje não tinha conhecimento de uma ferramenta de pesquisa de palavras-chave que desse um volume com valores numéricos mais precisos em português. Com as ferramentas gringas, no máximo, conseguíamos uma idéia de tendência de busca, mas como em alguns casos os termos são de grafia igual em espanhol, havia uma distorção na análise.

2º) o Google corresponde a uma fatia de mercado gigantesca no Brasil, infelizmente. Mas pensando especificamente nas tendências de busca, isso nos traz um volume bastante próximo do total de buscas realizados por determinada palavra-chave no Brasil.

Excelente notícia, longamente esperada.

O triste é fazer a busca pelo termo “SEO”, selecionar “broad” que vai nos dar uma quantidade maior de resultados, escolher Brasil e Português e ver que há mais procuras por “SEO Jorge” do que por “SEO Tools” e “SEO Brasil”, enquanto que lá fora, mais de 2 milhões de buscas.

O link para a ferramenta externa é: https://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal



Análise de SEO exposta em filmes

Categorias: Análise de Concorrência, Análise de SEO, SEO — Willie June 15, 2008 @ 10:57 pm

images.jpegNesse final de semana assisti o filme: “Os invasores” (Invasion - Diretor: Oliver Hirschbiegel. Com: Nicole Kidman, Daniel Craig, Jeremy Northam e grande elenco) e em determinado momento, ocorre uma cena bastante interessante.

Ao perceber comportamentos estranhos nas pessoas, Nicole Kidman (que interpreta uma psiquiatra) se lembra de uma frase dita por uma de suas pacientes: “My husband is not my husband” (meu marido não é meu marido).

Rapidamente, ela entra em um buscador (acredito que o Yahoo, pelas cores da página) e digita essa mesma frase. A câmera passa pela tela do computador e em seguida ela dá foco àquela parte que diz: “apresentando 10 de x milhões de resultados”.

Quando ela percebe que há 1 milhão de resultados possíveis para a frase: “my son is not my son” (meu filho não é meu filho) ela realmente se dá conta que há algum problema acontecendo no mundo e resolve começar a investigar as coisas.

O filme em si é fraco, mas o interessante é a aplicação dessas pequenas análises de SEO que podemos fazer durante os projetos de otimização.

Olhar pela quantidade de resultados possíveis por uma busca por determinada palavra-chave é uma das formas para verificar o quão popular é esse termo de busca e como os demais sites estão utilizando ele. Uma outra oportunidade legal é procurar por variações do termo que ainda não estão sendo bastante exploradas na internet.

Misturar volume de procura x Resultados possíveis no buscador pode nos dar oportunidade de encontrar um termo que pode impulsionar bastante nossos acessos orgânicos.

… e caso você esteja preocupado com uma invasão alienígena experimente digitar o termo “my husband is not my husband” e ficar tranquilo. No momento, apenas 141 resultados possíveis. (Vou deixar a busca nos meus favoritos para monitorar!)



A força dos inlinks para SEO

Categorias: SEO — Marcelo April 4, 2008 @ 2:05 pm

Recentemente na agência em que trabalho iniciamos um campeonato de SEO. Uma competição interna com a toda a agência e sem a participação do pessoal de SEO, é claro. Nós, “os da otimização”, estamos só como treinadores e consultores.

O ponto a ser ressaltado aqui é na verdade a estratégia adotada por uma das duplas participantes: o grande uso de links internos, os inlinks.

Como tratam-se de blogs, os links explorados na verdade são os links entre posts. É claro que o número de posts, isto é, o conteúdo apresentado, é importantíssimo, mas o resultado das ações desta dupla foi que, em uma semana, 5 dos 5 posts estavam indexados e eles estavam em 3º no Google Brasil para um dos 4 termos escolhidos para posicionarem bem no campeonato.

O que tiramos disso é que, antes mesmo de pensarmos em conseguir links com Page Rank X ou Y, devemos “organizar a casa”, e uma das formas mais eficientes de fazer esta organização é justamente aliando os links internos e os anchor texts adequados.

Um pouco de teoria: Os links internos servem para que exatamente?

- Para facilitar a indexação de páginas internas
- Para facilitar a distribuição de Page Rank para estas páginas internas
- Para melhorar o posicionamento das páginas internas (muitas vezes mais otimizadas para certos termos do que a home, por exemplo) nos resultados de busca orgânica
- Como uso de anchor text otimizado, serve para transmitir relevância para a página que recebe o link quando buscamos pela palavra do anchor text
- Para a formação de silos virtuais (virtual silos) e aumentar relevância de páginas internas

Portanto, pense bem quando estiver iniciando a macroarquitetura de um website. os links internos não devem ser deixados de lado!



Pesquisa sobre a indústria de SEO

Categorias: Mercado de SEO, SEO — Willie March 31, 2008 @ 12:53 pm

Infelizmente a participação brasileira não foi muito alta na pesquisa (0,7%), então o resultado é bem pro mercado lá de fora mesmo.

De qualquer forma, vale a pena dar uma olhada para entendermos os movimentos do mercado nas áreas de SEO, até porque o pessoal lá se esforçou e fez um bom trabalho de análise e de apresentação dos resultados.

http://www.seomoz.org/dp/seo-industry-survey-results



Search Wikia mostra títulos dos resultados de busca com até 100 caracteres

Categorias: Meta Tags, Redação de Tags, Reflexão, SEO, Title tag — Marcelo March 14, 2008 @ 12:48 pm

Pelo menos foi o que pude perceber enquanto fazia algumas pesquisas nos resultados de busca dessa nova search engine.

Ao realizar uma busca pelo termo “Brasil” tive a surpresa de encontrar, entre os resultados apresentados, alguns títulos que me chamaram a atenção pelo número de caracteres e pela forma como são exibidos. Em um dos resultados o título apresenta 100 caracteres e sem quebra de linha. Em outro resultado vemos 86 caracteres, porém com uma quebra de linha. Confira abaixo:

wikia1.jpg

Observando o exemplo acima, podemos notar que a quebra de linha ocorre no primeiro caso devido a presença de espaços entre as palavras. No caso de baixo, a quebra não ocorre, pois o buscador reconhece todo o conjunto com uma só palavra, já que o uso de underline é interpretado como continuação, isto é, todo o conjunto é visto como uma só palavra.

Mas, após analisarmos os outros resultados, nos ocorreu um dúvida: Como seria exibido um resultado como o do exemplo do resultado do “Universia Brasil” se sua posição fosse uma das primeiras da lista? Veja que não teria espaço… Só uma suposição, pois não encontramos uma palavra cujos resultados apresentam tal característica.

Esta é uma análise inicial ainda, mas ao menos nos mostra uma quebra do paradigma tradicional que vem sendo adotado pelo Google e que os SEOs acabam considerando. Porém, fazendo aqui uma brincadeira de futurologia, se um dia o Search Wikia passar o Google em importância no mercado de buscas seja por qual motivo for, já temos aí um ponto a ser pensado.



Reflexões sobre a tag do Google Analytics e “nofollow”

Categorias: Analytics, Google, Indexação, Reflexão, SEO — Marcelo March 11, 2008 @ 12:56 am

Há algumas semanas postei aqui uma questão sobre a indexação ou não de páginas recém-criadas somente com a aplicação da tag do Analytics ao código do site. Confira aqui o post da Tag do Analytcs

Após alguns dias, entretanto, a página estava indexada. Essa indexação abriu uma nova reflexão nos fez pensar sobre outra questão: a validade ou não do uso do atributo “nofollow” como bloqueio do robô do Google.

Pelo que percebemos, e por haver somente um link para o site teste publicado aqui neste blog, mesmo com o “nofollow” tivemos a indexação.

Então, surgiu a questão: Muitos sites usam o “nofollow” para impedir spam e passagem de Page Rank. Porém, como entrada do robô esse atributo não parece ser válido.

Portanto, fica aqui a reflexão da validade ou não de se usar o “nofollow” com o objetivo de impedir a indexação de uma página. Como visto nesse exemplo não é uma boa idéia usar o “nofollow” com esse intuito. Para isso existem outros recursos como o atributo “noindex” e o próprio bloqueio do robô do Google diretamente no arquivo Robots.txt.

Fica a reflexão. Você tem alguma sugestão ou comentário sobre essa questão? Deixe seu comentário.

Sobre o teste da tag do Analytics, vou fazer um outro teste, agora sem links. Quando eu tivermos o resultado postamos aqui.



O que o Google diz sobre subdomínios e subdiretórios?

Categorias: Google, Indexação, Reflexão, SEO, Subdiretório, domínio — Marcelo February 25, 2008 @ 8:36 pm

Matt Cutts, certo dia, em seu blog, respondeu a uma pergunta de uma leitora referente às “preferências” do Google em relação aos subdomínios ou subdiretórios quando o assunto era a denominação das extensões do país em uma URL.

Como todos que trabalham em SEO já´devem saber, a palavra de Cutts é a palavra do Google, portanto, vamos aqui refletir um pouco sobre o que disse o engenheiro-chefe do Google a respeito desse tema.

A pergunta da leitora foi a seguinte. Note que ela questiona sobre a influência de uma das duas opções sobre o menor tempo de indexação/exibição no Google:

“…which one is to be expected to be indexed and show on Google first; subdomain or subdirectory?”
Em uma tradução livre: “Qual das opções é de se esperar que seja indexada e mostrada primeiro no Google; subdomínio ou subdiretório?”

Eis a resposta de Matt Cutts:

“…to the best of my knowledge neither one has an advantage for crawling/indexing first.
Novamente traduzindo livremente, temos: “…no melhor do meu conhecimento, nenhuma das duas têm vantagens para a indexação ocorrer antes”.

Como a pergunta era sobre extensões de definição de localidade/país do domínio, a resposta foi voltada a esse tema. Porém, a resposta nos dá pistas sobre o uso de subdomínios ou subdiretórios para outros casos. Veja o complemento da resposta de Cutts:

“If you have sites with say French and German versions for a business, my preferences would be:

1. ccTLDS such as example.fr or example.de
2. After than, subdomains such as fr.example.com or de.example.com.
3. If that’s not possible, I’d use subdirectories such as example.com/fr/ or example.com/de/

“Se você tem sites com versões em Francês e Alemão para um determinado negócio, minhas preferências seriam:

1. ccTLDS (County Code Top Level Domains) como o “exemplo.fr “ou “exemplo.de”
2. Depois disso, subdomínios como “fr.example.com” or “de.example.com”.
3. Se essas opções são impossíveis, eu usaria subdirectorios como “example.com/fr/” or “example.com/de/”

Fonte: http://www.mattcutts.com/blog/subdomains-and-subdirectories/

Esse comentário de Matt Cutts nos dá margem para pensar não só em questões de países, mas sim do uso de pastas e subdiretórios com as palavras-chave do site. Portanto, podemos deduzir que para o Google é mais importante:

1- Palavra-chave no domínio. Ex: “palavrachave.com.br”
2- Palavra-chave no subdomínio. Ex: “palavrachave.domínio.com.br
3- Palavra-chave como subdiretório. Ex: domínio.com.br/palavrachave

Só relembrando a estrutura de uma URL, temos quatro campos principais:

11.jpg

Concluímos com isso que sempre que possível devemos seguir esse esquema de prioridades passados pelo Google, pois assim temos mais um elemento contribuindo com a otimização on-page de um site para melhor posicionamento nos resultados de busca do Google.



Vocês já pensaram nos primeiros resultados da segunda e terceira página de resultado?

Categorias: Google, Indexação, Reflexão, SEO — Marcelo February 19, 2008 @ 11:57 pm

Pois é, você pode até já ter pensado, mas muito provavelmente sua visão a respeito dessas páginas era linear. Não se sinta acanhado, isso é totalmente aceitável, sobretudo para quem trabalha ou gosta de SEO e se sente pressionado a ter sempre os links dos clientes na primeira página.

Mas peraí! Tendo em mente o fato de que em cada posição abaixo do primeiro lugar nos resultados de uma busca no Google temos um menor percentual de visitantes, sugiro aqui que comecemos a refletir sobre as primeiras posições das outras páginas de resultados.

Segundo um estudo publicado no website do Eyetrack, a ferramenta utilizada para analisar o comportamento de visibilidade do usuário da web, o percentual de visibilidade dos resultados de busca são os seguintes:

Visibilidade dos Resultados Orgânicos

Rank 1 – 100%
Rank 2 – 100%
Rank 3 – 100%
Rank 4 – 85%
Rank 5 – 60%
Rank 6 – 50%
Rank 7 – 50%
Rank 8 – 30%
Rank 9 – 30%
Rank 10 – 20%

Fonte: http://www.eyetools.com/inpage/research_google_eyetracking_heatmap.htm

A lógica é simples: se poucos entram nos resultados apresentados na parte de baixo da primeira página (leia-se resultados nas 7ª, 8ª, 9ª e 10ª posições) então, se essas pessoas mudam para a página 2 dos resultados, as 11ª, 12ª e 13ª posições não são assim tão ruins, afinal, estão também no chamado “golden triangle”.

É claro que ainda não temos como avaliar o percentual de pessoas que passam para a segunda página, e não me refiro necessariamente ao fato de que “a maioria dos usuários só vai até a terceira página”. Me refiro mesmo ao percentual real. Mas… se temos esse dado, de que “a maioria dos usuários só vai até a terceira página”, então temos aí uma nova realidade em SEO: Para alguns termos, principalmente para termos do long tail, podemos adotar a política de “otimizar para o topo” e não necessáriamente para “os primeiros resultados da primeira página”.

O teste

O teste aqui a ser feito é o seguinte: verificar acessos de um link nas primeiras posições da segunda página e compará-los aos links presentes das últimas posições da primeira página. Meu palpite é que os primeiros resultados da segunda página “podem” até ser um pouco maiores sim do que os últimos resultados da primeira página.



Quantas palavras o Google lê na title tag?

Categorias: Google, Indexação, SEO, Title tag — Willie @ 11:54 pm

Ah, essa é boa né?

A gente lê muito por aí sobre as melhores práticas: 65 caracteres para o snippet aparecer inteiro. Palavras-chave no início da tag e tudo mais, mas e se colocarmos 100 palavras no title? Qual seria o comportamento do Google?

Uma consultoria escocesa de SEO (http://www.hobo-web.co.uk/), fez um experimento bastante interessante. Eles inseriram 51 palavras na title tag e, após a indexação, viram que o Google trouxe como resultado a página através de palavras que estavam presentes na Title tag.

Ou seja, segundo o teste, o Google indexa uma porção de palavras na Title. Acredito que ele deva dar uma relevância menor para cada palavra em Titles com muitos termos. Vamos testar isso em momento oportuno.

Enquanto isso, não deixem de escrever as Titles seguindo as melhores práticas:

- 65 caracteres
- Palavra-chave principal da página no começo da frase
- entre outras.



Mais um pouco sobre Titles - Pensando nos elementos e suas formas

Categorias: Google, Indexação, Meta Tags, Redação de Tags, Reflexão, SEO, Title tag — Marcelo @ 6:12 pm

Aproveitando o post do Willie sobre quantidade de caracteres na title tag, vou propor uma discussão/teste sobre este importantíssimo elemento de SEO. Vamos a algumas constatações:

1º - Temos uma questão de limite de caracteres exibidos no snippet do Google;
2º - Quando bem posicionados, temos muitas vezes a concorrência entre snippets, afinal, ninguém quer peder o clique.

Pensando nisso, proponho duas opções para a redação de title tags, seguindo a ordem apresentada acima:

Sugestão para a 1ª questão: Muitos de nós utilizamos separadores nos títulos. Muitos usam a vírgula, porém esse elemento pode dar uma noção errada no momento da leitura e, confundir o leitor é o que menos queremos nesse momento, certo?

Um recurso muito popular nas redações dessas tags é a utilização de hífens (-) para separar palavras-chave, conceitos e seções. Entretanto, esse elemento ocupa um espaço muito valioso! Pensando nisso, que tal o uso de outro elemento, tão “isento” quanto o hífem, porém que ocupa um espaço algumas vezes menor? Esse elemento é a barra vertical ( | ). Veja o exemplo e entenda o que proponho:

Casas: Encontre aqui a casa dos seus sonhos - Imobiliária X ——-> (59 caracteres)

Casas: Encontre aqui a casa dos seus sonhos|Imobiliária YY ——-> (58 caracteres)

Vendo o exemplo acima, surge uma outra pergunta: O Google exibe somente 65 caractéres ou exibe o “espaço ocupado por 65 caracteres”? Isto é: 65 pontos ou barras verticais colocados um ao lado do outro é o mesmo que 65 letras “m” colocadas uma ao lado da outra? Quer saber, vamos testar! Vou preparar duas páginas de teste com as duas características e assim que forem indexadas teremos a resposta.

Sugestão para a 1ª questão: Esta técnica é utilizada por muitos SEOs pela web afora, mas confesso que somente há pouco tempo tenho pensado em usá-la. A proposta aqui é deixar em letras maiúsculas os termos realmente chave do título de uma página. A lógica é simples: letras maiores, mais probabilidade de cliques. Exemplo:

Casas: Encontre aqui a casa dos seus sonhos - Imobiliária X

CASAS: ENCONTRE aqui a CASA dos seus sonhos - Imobiliária X

Fica a dica!

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