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	<title>SEO.Lab &#187; Reflexão</title>
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	<description>Laboratório e Técnicas de Search Engine Optimization</description>
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		<title>Fatores de rankeamento 2011 &#8211; A visão de quem trabalha com SEO</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 00:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo enviei um e-mail para os colegas que trabalham com SEO e pedi para que enviassem uma lista de fatores que, na opinião de cada um deles, poderia passar a fazer diferença nos posicionamentos orgânicos dos sites em 2011. A idéia era montar uma lista de &#8220;ranking factors&#8221; para o próximo ano. Após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo enviei um e-mail para os colegas que trabalham com SEO e pedi para que enviassem uma lista de fatores que, na opinião de cada um deles, poderia passar a fazer diferença nos posicionamentos orgânicos dos sites em 2011. A idéia era montar uma lista de &#8220;ranking factors&#8221; para o próximo ano.</p>
<p>Após muita correria e pouco tempo para dedicar ao blog e, principalmente, em agradecimento e consideração aos colegas que contribuiram, segue a lista dos principais pontos apontados por cada um deles.<span id="more-211"></span></p>
<p>Alexandre Santos:</p>
<p>Com esse BOOM das redes sociais, é muito desperdício o Google apenas indexar o conteúdo e não entender o que se passa dentro da mesma, sendo assim vejo que daqui alguns anos os profiles serão &#8220;sites&#8221; nas redes e cada um terá uma relevância especifica dentro dos algoritmos.</p>
<p>Na prática:</p>
<p>Ex:1 Se você colocar um link para meu site no seu twitter a relevância será X1, mas se o Marcelo Tas (conta verificada pelo Twiiter que não é spam e etc.. ) colocar um link para o meu site, a relevância será X8.</p>
<p>Ex:2 Você tem uma grande reputação em uma rede social X ( nº de visitas, seguidores e etc&#8230; )  e só fala sobre o assunto de animais, caso mencione um site especifico, os buscadores irão entender que vc é um formador de opinião pelas estatísticas acima e irá aumentar a credibilidade para os sites que você indica sobre o assunto.</p>
<p>Mauricio Zane:</p>
<p>Hoje em dia duas coisas que ainda não contam como fatores de rankeamento para mecanismos de busca são Velocidade da Página e Presença em Redes Sociais. O primeiro ponto já é levado em consideração pelo Quality Score do Adwords, mas, não pelos algorítimos da Busca Orgânica. Recentemente o Matt Cutts, engenheiro de qualidade de resultados do Google, afirmou que o tempo de carregamento da página pode começar afetar os resultados de busca. Então o negócio é ficar ligado em reduzir as requisições na sua página, colocar javascripts no rodapé, cachear imagens, criar uma CDN (Content Delivery Network), comprimir arquivos com gzip, reduzir o número de elementos DOM, Usar cabeçalhos que expiram, Usar cookie-free-domians entre outros. Uma boa ferramenta para isso é o YSlow. (Nota do editor: Este fator já está valendo! A resposta do colega foi dada no momento em que o fator ainda não estava oficializado)</p>
<p>Já nas redes sociais a dificuldade de acesso dos robôs e a falta de indexabilidade prejudicam que os mecanismos de busca possam interagir de forma mais integrada. Porém, redes sociais como o Twitter e Facebook estão trabalhando para isso e deve ser fator de rankeamento ter um bom posicionamento nas mídias sociais.</p>
<p>Gabriel Soto:</p>
<p>Microformats: quem já tem o hcard com as informações corretas vai ganhar vantagem nos snippets.</p>
<p>Social search: ter o uso de ferramentas de midias sociais. Não vamos nos limitar apenas a search optimization.</p>
<p>Cassiano Travareli:</p>
<p>- Fator 1</p>
<p>Nivel de Popularidade em Redes Sociais</p>
<p>O Google está para colocar em atividade a busca baseada nas relaçoes sociais das pessoas. Algo que será evidentemente explorado através das diversas redes sociais a que estão conectadas as pessoas. Na minha opinião você possuir uma personalidade ativa em um maior número de redes sociais, nos quais obviamente estarão conectados ao seu website, seja por um perfil, ou pelas referencias que você disponibiliza nas redes, mas isso será uma forte influencia que dará bastante relevancia para o site, e acredito muito como um dos maiores fatores para ranking nas ferramentas de busca.</p>
<p>- Fator 2</p>
<p>Tempo do Usuário no site X Taxa de Rejeição</p>
<p>Análise do tempo que o usuário permanece em um site, o tempo que demora nas páginas que ele navega, e obviamente essas informaçoes cruzadas com dados de taxa de rejeição, podem oferecer uma métrica interessante para ranqueamento. Mas acredito que para isso a utilização do Google Analytics seja necessária para facilitar para o Google, mas, diz o senhor Matt Cutts que eles não usam os dados&#8230; Bom dai acredita nisso quem quiser.</p>
<p>- Fator 3</p>
<p>Tempo de Carregamento de Página</p>
<p>A tendencia será o Google cada vez mais utilizar como critério o tempo de carregamento de páginas, talvez já esteja utilizando, mas não tenho dados concretos sobre isso, porém sera cada vez mais explorado esse tipo de fator. A idéia de tudo ser encontrado no menor tempo de possível já é utilizada no Google, agora ele quer passar isso para seus resultados, fazendo com que o usuário não perca tempo para nada.</p>
<p>Camilo Coutinho:</p>
<p>#3 &#8211; Otimização da descrição de Vídeos e alt de Imagens com a sua palavra-chave.<br />
#2 &#8211; Subdomínios com palavras-chaves (quase um BlackHat)<br />
#1 &#8211; Popularidade dos sites que apontam links para você</p>
<p>Guilherme Conter:</p>
<p>1) Velocidade do site: esse parece ser meio óbvio, mas o fato do Google ter encerrado o suporte ao IE6 indica que eles não tem medo de ignorar boa parte dos seus visitantes em troca de uma web mais rápida e segura;</p>
<p>2) Real time search: ainda está engatinhando, e Matt Cutts e sua equipe de spam terão muito trabalho pela frente, mas acho que a presença oficial das empresas no Twitter, através de certified accounts, e muitos seguidores &#8220;legítimos&#8221; e retweets com links que apontem para os sites poderão influenciar os resultados.</p>
<p>Bom, pessoal, não há certo e errado nas respostas. O objetivo não era esse. Era sim divagar sobre o tema. A curiosidade nas respostas fica por conta de que quase todos incluíram a presença em redes sociais como fator de posicionamento.</p>
<p>Mas e aí, o que eu penso sobre o assunto? Este é meu palpite também para o futuro da busca. Estar &#8220;na boca do povo&#8221; acredito ser o melhor indicador para qualificar um site como útil ou não.</p>
<p>Porém, acredito que seja necessário a interpretação do que está sendo dito, e não simplesmente ser citado. Assim como ocorre com o link building atual, em que links em sites de baixa qualidade podem prejudicar ao invés de ajudar o posicinamento de uma página, a presença em redes sociais também deverá ser interpretada como um voto positivo ou negativo. Como isso será feito? Não sei. Tenho palpites, mas são meras conjecturas sem fundamento.</p>
<p>Vc tem uma opinião diferente ou parecida com algum dos colegas acima? Esteja à vontade para comentar o post!﻿</p>
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		<title>SEO para assessorias de imprensa – uma análise do presente e do futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:53:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez o SEO salve as assessorias de imprensa e as coloque definitivamente no século XXI. Explico por que. Há 13 anos, quando comecei a trabalhar com comunicação, existia uma metodologia muito bem estruturada para a produção de releases e para seu envio às redações. Textos bem escritos, montados com uma certa lógica facilitadora, tudo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez o SEO salve as assessorias de imprensa e as coloque definitivamente no século XXI. Explico por que. Há 13 anos, quando comecei a trabalhar com comunicação, existia uma metodologia muito bem estruturada para a produção de releases e para seu envio às redações. Textos bem escritos, montados com uma certa lógica facilitadora, tudo para “não dar trabalho” ao jornalista que o receberia, enfim, fazíamos uma bandeja com tudo o que qualquer jornalista mais gosta sempre com um único objetivo: emplacar o release.<br />
<span id="more-161"></span><br />
Passados esses anos, a coisa parece que não mudou muito. Os releases continuam basicamente os mesmos: texto feito em Word e enviado por email para os jornais. Mas peraí, a comunicação – que eu saiba – mudou nestes anos todos! E não só passamos do fax para o e-mail, mas também temos os jornais e leitores cada vez mais ávidos por novidades. Temos mais e mais agências povoando as redações e os releases competem muito mais entre si no momento da publicação. Além disso, as mídias sociais chegaram e já dominam a web.</p>
<p>Tendo isso em vista, o trabalho do jornalista de assessoria de imprensa, na minha humilde opinião, precisa assimilar estes conceitos novos também em seu dia-a-dia. Mas como fazer isso, muitos podem pensar. Aí entra o SEO.</p>
<p>O SEO como conceito atual e fundamental para um texto competir nos mecanismos de busca coloca o jornalista diante de uma realidade nova – fazer seu texto indexável, não só pelas palavras–chaves corretas, mas também pela própria nova web. Ser indexado pela realidade da internet deve ser o foco do novo release, que chamo de release 2.0. Este novo produto deve ter integração com as novas mídias sociais, deve passar por uma pesquisa de volume de busca para os principais termos do texto, deve apresentar termos-chave em seu título, deve levar textos prontos para se tornarem tags H1 e H2, devem conter links – com anchor texts, obviamente –, devem apontar para outros textos, devem levar fotos indexáveis, vídeos do Youtube. Resumindo: devem ser 2.0.</p>
<p>O mercado, entretanto, não é homogêneo e cego em relação a esta realidade. Já existem no país agências pensando em se tornarem agências de comunicação 2.0. Não vai demorar para vermos essas mudanças por aqui, mesmo sabendo que se trata de uma mudança radical. Mas é exatamente de mudanças radicais que um mercado alheio à nova web por pelo menos 13 anos demanda. Viva o SEO <img src='http://seolab.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>SEO x Jornalismo tradicional: O jornalismo de indexação veio para ficar</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 23:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
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		<description><![CDATA[É engraçado como alguns jornalistas resistem às mudanças. Ok, isso é natural do ser humano, mas no jornalismo isso é mais acentuado. A questão do “meu texto” ou do “meu estilo” (atenção especial para a palavra “meu”) pode prejudicar muito a indexação de uma matéria importante e com grande potencial de atrair acessos. Tenho participado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É engraçado como alguns jornalistas resistem às mudanças. Ok, isso é natural do ser humano, mas no jornalismo isso é mais acentuado. A questão do “meu texto” ou do “meu estilo” (atenção especial para a palavra “meu”) pode prejudicar muito a indexação de uma matéria importante e com grande potencial de atrair acessos.</p>
<p><span id="more-156"></span></p>
<p>Tenho participado, por conta da minha atividade profissional, de reuniões com jornalistas responsáveis por conteúdo online e não é raro ouvir que “pensar também em palavras-chave” para a composição de um título ou para a redação do primeiro parágrafo de uma matéria é demais para o dia-a-dia.</p>
<p>Pois é&#8230; mas com o advento Google,o texto não basta estar na web: ele precisa ser encontrado. O “jornalismo de indexação”, como alguns classificam este tema, que conta com o uso de termos-chave corretos nos titles das páginas, nos primeiros parágrafos do texto e alguns outros elementos onpage, pode significar a vida ou a morte aos trabalhos de pesquisa de qualquer redator. Não é incomum encontrarmos jornais menores passando à frente de gigantes das comunicações quando o tema é posicionamento nos mecanismos de pesquisa. Muitos jornais pequenos já usam as técnicas e isso dá a eles o devido destaque.</p>
<p><strong>A virada de mesa</strong></p>
<p>Esta realidade, entretanto, está mudando. Os jornais e revistas impressas que possuem suas versões online já perceberam que foram passados para trás. A “otimização” já é realidade ou tema obrigatório de reuniões em várias redações. O que falta ainda, muitas vezes, é a aplicação dos conceitos. Mas isso é uma questão de tempo e de concorrência.</p>
<p>O jornalismo de indexação, ou simplesmente o SEO para conteúdo jornalístico, é mais uma das diversas mudanças pelas quais o jornalismo passou ao longo de sua existência. Impresso, rádio, TV, internet e agora, os buscadores. Todas estas fases foram superadas e esta é apenas mais uma delas.</p>
<p>Não me espantará se os jornais começarem a exigir de seus candidatos a emprego a indicação de “Conhecimentos em SEO” em seus currículos. Quem estiver antenado também não terá surpresas.</p>
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		<title>SEO, Search Optimization e Content Optimization</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 15:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[Dominios]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de refletir sobre uma possível mudança dentro de SEO. Mas não por que os buscadores vão mudar fundamentalmente, mas sim, porque a web continuará evoluindo como sempre fez nos últimos anos e essas mudanças podem alterar significativamente o modo que fazemos nosso trabalho de otimização. Hoje em dia, já não otimizamos apenas para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de refletir sobre uma possível mudança dentro de SEO. Mas não por que os buscadores vão mudar fundamentalmente, mas sim, porque a web continuará evoluindo como sempre fez nos últimos anos e essas mudanças podem alterar significativamente o modo que fazemos nosso trabalho de otimização.<span id="more-140"></span></p>
<p>Hoje em dia, já não otimizamos apenas para o Google ou buscadores tradicionais: o Youtube, o Flickr, o Slideshare, o Facebook, enfim, as redes sociais já são &#8220;buscadores&#8221;. Cada um com sua particularidade, mas operam como extensões das marcas e dos conteúdos publicados na web.</p>
<p>Se pegarmos o nome &#8220;domínio&#8221; e entendermos que ao deixarmos o nosso &#8220;domínio&#8221; em segundo plano e passarmos a aterrisar em novos territórios, colocando nossos conteúdos (ou produzindo conteúdos novos) em outros sites, estamos de uma certa forma ampliando nossos domínios pela web.</p>
<p>Agora, se formos pensar que em breve estaremos presentes com maior frequência com conteúdos digitais nas TVs, em celulares, em geladeiras, o usuário vai continuar recorrendo à busca para encontrar os conteúdos e o conceito de &#8220;domínio&#8221; talvez sofra mais uma mudança e passamos a contar com uma oportunidade interessante para ocuparmos esses novos territórios com nossos conteúdos.</p>
<p>E aí, como vamos colocar a beterraba do nosso cliente nas primeiras posições da busca através da geladeira?</p>
<p>E então vem o ponto principal: não importa qual será o algoritmo dos eletrodomésticos, dos programas de televisão e dos buscadores. Os usuários e os &#8220;filtros&#8221; sempre irão buscar o conteúdo mais apropriado, mais relevante, aquele conteúdo que consegue interpretar exatamente o que está na cabeça do usuário e fornecer as respostas adequadas para a necessidade desse usuário.</p>
<p><strong>SEO</strong> deveria se afastar um pouco das características técnicas e ir caminhando para ser, cada vez mais, uma função estratégica muito mais próxima de planejamento e arquitetura de informação, algo como <strong>Search Optimization</strong> ou até mesmo <strong>Content Optimization</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>SEO Avançado?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 02:32:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de SEO]]></category>
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		<category><![CDATA[SMX São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[No último SMX São Paulo houve uma demanda bastante grande sobre técnicas avançadas de SEO e a qualidade do evento foi bastante questionada pela falta de palestrantes do nível avançado. Mas daí me questiono, o que é SEO Avançado? Hoje estava conversando com um advogado que, por sua vez, estava falando sobre a falta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último SMX São Paulo houve uma demanda bastante grande sobre técnicas avançadas de SEO e a qualidade do evento foi bastante questionada pela falta de palestrantes do nível avançado.</p>
<p>Mas daí me questiono, o que é SEO Avançado? Hoje estava conversando com um advogado que, por sua vez, estava falando sobre a falta de profissionais de medicina que possuem uma visão mais holística de um tratamento: pegam um exame, receitam um remédio, mas não sabem qual o impacto que um problema no rim, poderia causar no tratamento de pele (por exemplo).</p>
<p><span id="more-71"></span></p>
<p>Uma frase que sempre falo pra minha equipe é: que o que diferencia um profissional experiente de SEO para um iniciante é justamente a milhagem que esse profissional já rodou em projetos envolvendo tanto o processo de otimização propriamente dito, quanto outros projetos relacionados.</p>
<p>Talvez SEO avançado seja olhar para um site e ser capaz de avaliar de forma holística um projeto e saber que nem sempre o que está nos checklists é algo que pode ser implementado &#8220;by the book&#8221;. Ou até mesmo, modificar algo num site que não estaria normalmente em um checklist de SEO. Por isso, SEO avançado muitas vezes é taxado de black hat: porque não faz parte dos guidelines mais frequentes.</p>
<p>Um exemplo: site com todas as páginas com titles iguais. Para alterar titles individualmente, teria que haver uma modificação na estrutura da ferramenta de gerenciamento de conteúdo. Ok, uma alteração desse tipo, envolve $$. Vamos supor ainda que o site seja tão grande, que uma alteração &#8220;na mão&#8221; seja algo impraticável, e que além de alterar a ferramenta, ela tem que suportar a utilização de modelos de títulos, descrições e que para isso, seria necessário também uma alteração na forma em que as informações estão armazenadas no banco de dados.</p>
<p>Legal, mas como vender a prioridade desse projeto dentro da empresa, demonstrar a importância do SEO dentro da estratégia de mídia/marketing/tecnologia/arquitetura/conteúdo, conseguir a verba pra mudar toda uma infraestrutura de um site para alterar uma simples &#8220;title tag&#8221;?</p>
<p>Fazer SEO pra uma empresa que está predisposta a otimizar o site é muito mais fácil. Mas enquanto tivermos que justificar tal mudança para um diretor, vejo que ainda estamos na etapa do SEO marketeiro, do SEO &#8220;jabazeiro&#8221;&#8230;</p>
<p>Vai chegar o dia que numa reunião de &#8220;kick off&#8221;, abrindo os slides com os &#8220;pilares do SEO&#8221;, o diretor chegue e fale: &#8220;sem blá blá blá. Me vê aí o avançado&#8221;.</p>
<p>Enquanto isso, vamos trocando experiências via fóruns, corredores, emails, criando uma comunidade de SEO avançada, paralela à dos eventos, até podermos ter um SMX Advanced por aqui.</p>
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		<item>
		<title>The Social Graph &#8211; Social Search?</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 02:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje assisti um webcast com o Chris Sherman, editor do Search Engine Land, falando sobre a influência das comunidades e redes sociais como formas de busca e como elas poderiam influenciar os algoritmos nas buscas atuais. Como reflexão, acho que os buscadores efetuam bem a parte de coleta de informações e isso está relativamente bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje assisti um webcast com o Chris Sherman, editor do Search Engine Land, falando sobre a influência das comunidades e redes sociais como formas de busca e como elas poderiam influenciar os algoritmos nas buscas atuais.</p>
<p><span id="more-51"></span></p>
<p>Como reflexão, acho que os buscadores efetuam bem a parte de coleta de informações e isso está relativamente bem resolvido (com exceção à indexação links em javascript e flash&#8230;), mas como mostrar e filtrar as informações relevantes para os usuários deverá ser o desafio dos próximos meses/anos/novos buscadores.</p>
<p>Talvez numa próxima etapa das buscas, os buscadores possam utilizar as tags adicionadas por usuários e/ou os links que eles utilizam para tentar melhorar os resultados de busca. Uma forma de estudar isso, seria ver como os buscadores estão se comportando para trazer resultados de conteúdos multimídia. Se no futuro teremos muito mais vídeos, áudios e imagens do que texto, como filtrar e selecionar os melhores resultados?</p>
<p>Acredito que a resposta esteja nas pessoas e como elas ajudam na organização de informações&#8230; vamos ver!</p>
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		<title>Search Wikia mostra títulos dos resultados de busca com até 100 caracteres</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 02:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Title Tag]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo menos foi o que pude perceber enquanto fazia algumas pesquisas nos resultados de busca dessa nova search engine. Ao realizar uma busca pelo termo “Brasil” tive a surpresa de encontrar, entre os resultados apresentados, alguns títulos que me chamaram a atenção pelo número de caracteres e pela forma como são exibidos. Em um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos foi o que pude perceber enquanto fazia algumas pesquisas nos resultados de busca dessa nova search engine.</p>
<p>Ao realizar uma busca pelo termo “Brasil” tive a surpresa de encontrar, entre os resultados apresentados, alguns títulos que me chamaram a atenção pelo número de caracteres e pela forma como são exibidos. Em um dos resultados o título apresenta 100 caracteres e sem quebra de linha. Em outro resultado vemos 86 caracteres, porém com uma quebra de linha.</p>
<p><span id="more-40"></span></p>
<p>Podemos notar que a quebra de linha ocorre no primeiro caso devido a presença de espaços entre as palavras. No caso de baixo, a quebra não ocorre, pois o buscador reconhece todo o conjunto com uma só palavra, já que o uso de underline é interpretado como continuação, isto é, todo o conjunto é visto como uma só palavra.</p>
<p>Mas, após analisarmos os outros resultados, nos ocorreu um dúvida: Como seria exibido um resultado como o do exemplo do resultado do “Universia Brasil” se sua posição fosse uma das primeiras da lista? Veja que não teria espaço… Só uma suposição, pois não encontramos uma palavra cujos resultados apresentam tal característica.</p>
<p>Esta é uma análise inicial ainda, mas ao menos nos mostra uma quebra do paradigma tradicional que vem sendo adotado pelo Google e que os SEOs acabam considerando. Porém, fazendo aqui uma brincadeira de futurologia, se um dia o Search Wikia passar o Google em importância no mercado de buscas seja por qual motivo for, já temos aí um ponto a ser pensado.</p>
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		<title>Reflexões sobre a tag do Google Analytics e “nofollow”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 02:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algumas semanas postei aqui uma questão sobre a indexação ou não de páginas recém-criadas somente com a aplicação da tag do Analytics ao código do site. Após alguns dias, entretanto, a página estava indexada. Essa indexação abriu uma nova reflexão nos fez pensar sobre outra questão: a validade ou não do uso do atributo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algumas semanas postei aqui uma questão sobre a indexação ou não de páginas recém-criadas somente com a aplicação da tag do Analytics ao código do site.</p>
<p><span id="more-36"></span></p>
<p>Após alguns dias, entretanto, a página estava indexada. Essa indexação abriu uma nova reflexão nos fez pensar sobre outra questão: a validade ou não do uso do atributo “nofollow” como bloqueio do robô do Google.</p>
<p>Pelo que percebemos, e por haver somente um link para o site teste publicado aqui neste blog, mesmo com o “nofollow” tivemos a indexação.</p>
<p>Então, surgiu a questão: Muitos sites usam o “nofollow” para impedir spam e passagem de Page Rank. Porém, como entrada do robô esse atributo não parece ser válido.</p>
<p>Portanto, fica aqui a reflexão da validade ou não de se usar o “nofollow” com o objetivo de impedir a indexação de uma página. Como visto nesse exemplo não é uma boa idéia usar o “nofollow” com esse intuito. Para isso existem outros recursos como o atributo “noindex” e o próprio bloqueio do robô do Google diretamente no arquivo Robots.txt.</p>
<p>Fica a reflexão. Você tem alguma sugestão ou comentário sobre essa questão? Deixe seu comentário.</p>
<p>Sobre o teste da tag do Analytics, vou fazer um outro teste, agora sem links. Quando eu tivermos o resultado postamos aqui.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Algoritmo à base de links?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 02:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Os sistemas de busca já evoluíram muito, desde à base de índices cadastrados por humanos, até crawlers que indexavam qualquer tipo de informação sem um critério efetivo, até chegar ao Page Rank que atribuiu os rankings a partir das relações que as páginas tinham através dos links entre elas. Todos esses sistemas podiam ser manipulados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os sistemas de busca já evoluíram muito, desde à base de índices cadastrados por humanos, até crawlers que indexavam qualquer tipo de informação sem um critério efetivo, até chegar ao Page Rank que atribuiu os rankings a partir das relações que as páginas tinham através dos links entre elas.</p>
<p>Todos esses sistemas podiam ser manipulados. Com o Page Rank isso não é diferente, visto que conseguindo alguns links em alguns sites relevantes é possível conseguir um bom posicionamento no resultado de busca (o próprio Google Bomb é um exemplo disso). Mas, então, qual seria a próxima fase da busca?</p>
<p>Essa é uma reflexão constante que tenho tido e algumas opções estão ainda bem discretas, com algumas iniciativas de Web 2.0, buscas mesclando vários tipos de conteúdos (imagens, vídeos, notícias, blogs), tem a wikia que começou há alguns meses, a própria busca personalizada. Os caminhos são muitos.</p>
<p>Li um artigo do Danny Sullivan, falando sobre a busca 4.0 e ele comenta que as buscas através das redes sociais, ou seja, um “algoritmo” baseado em indicações de usuários, seria a próxima fase da busca. Concordo em partes que essa seria um aprimoramento de um algoritmo baseado em links mas mesmo assim, não deixaria de ser um algoritmo passível de manipulação.</p>
<p>Enfim, pensar em SEO não é só pensar na otimização dos elementos on-page, ou elementos off-page, keyword density ou Google ou Yahoo. É pensar também no futuro da busca, em como os usuários vão procurar por temas na internet, nos dispositivos móveis, etc.</p>
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		<title>E o Ask.com.br?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 01:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ask]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[O quarto maior buscador do mercado norte-americano é o Ask. O Ask é um buscador extremamente eficiente e bastante interessante nas funcionalidades. Introduziu alguns conceitos de busca universal até antes que o Google, mas aí fica a dúvida: por que é que eles não expandem o buscador para outros mercados? Algumas ações que o Ask [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O quarto maior buscador do mercado norte-americano é o <a href="http://www.ask.com">Ask</a>. O Ask é um buscador extremamente eficiente e bastante interessante nas funcionalidades. Introduziu alguns conceitos de busca universal até antes que o Google, mas aí fica a dúvida: por que é que eles não expandem o buscador para outros mercados?</p>
<p><span id="more-7"></span></p>
<p>Algumas ações que o Ask fez que foram memoráveis:</p>
<p>- O Ask comprou palavras-chave para anunciar em links patrocinados no Google. Colocava o seguinte texto: “Procurando por PALAVRA-CHAVE? Encontre melhores resultados no ASK”. Simplesmente sensacional.</p>
<p>- O Ask produziu uma caneta (de tinta mesmo) muito melhor que a do Google. Depois de usarem uma caneta do Google por 2 semanas, infelizmente a caneta do Google quebrou. Eles escreveram um post informando que como tudo o que o Google faz, as canetas também eram “constantemente versão Beta”.</p>
<p>Minha opinião, gostaria muito que eles viessem pra cá! Vai um link pra eles, de graça, só pra tentar motivar isso:</p>
<p><a href="http://www.ask.com" target="_blank">Ask.com</a></p>
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