Posts categorizados por: “Reflexão”.

SEO para assessorias de imprensa – uma análise do presente e do futuro

Talvez o SEO salve as assessorias de imprensa e as coloque definitivamente no século XXI. Explico por que. Há 13 anos, quando comecei a trabalhar com comunicação, existia uma metodologia muito bem estruturada para a produção de releases e para seu envio às redações. Textos bem escritos, montados com uma certa lógica facilitadora, tudo para “não dar trabalho” ao jornalista que o receberia, enfim, fazíamos uma bandeja com tudo o que qualquer jornalista mais gosta sempre com um único objetivo: emplacar o release.
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SEO x Jornalismo tradicional: O jornalismo de indexação veio para ficar

É engraçado como alguns jornalistas resistem às mudanças. Ok, isso é natural do ser humano, mas no jornalismo isso é mais acentuado. A questão do “meu texto” ou do “meu estilo” (atenção especial para a palavra “meu”) pode prejudicar muito a indexação de uma matéria importante e com grande potencial de atrair acessos.

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SEO, Search Optimization e Content Optimization

Gostaria de refletir sobre uma possível mudança dentro de SEO. Mas não por que os buscadores vão mudar fundamentalmente, mas sim, porque a web continuará evoluindo como sempre fez nos últimos anos e essas mudanças podem alterar significativamente o modo que fazemos nosso trabalho de otimização. Continue lendo… »

SEO Avançado?

No último SMX São Paulo houve uma demanda bastante grande sobre técnicas avançadas de SEO e a qualidade do evento foi bastante questionada pela falta de palestrantes do nível avançado.

Mas daí me questiono, o que é SEO Avançado? Hoje estava conversando com um advogado que, por sua vez, estava falando sobre a falta de profissionais de medicina que possuem uma visão mais holística de um tratamento: pegam um exame, receitam um remédio, mas não sabem qual o impacto que um problema no rim, poderia causar no tratamento de pele (por exemplo).

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The Social Graph – Social Search?

Hoje assisti um webcast com o Chris Sherman, editor do Search Engine Land, falando sobre a influência das comunidades e redes sociais como formas de busca e como elas poderiam influenciar os algoritmos nas buscas atuais.

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Search Wikia mostra títulos dos resultados de busca com até 100 caracteres

Pelo menos foi o que pude perceber enquanto fazia algumas pesquisas nos resultados de busca dessa nova search engine.

Ao realizar uma busca pelo termo “Brasil” tive a surpresa de encontrar, entre os resultados apresentados, alguns títulos que me chamaram a atenção pelo número de caracteres e pela forma como são exibidos. Em um dos resultados o título apresenta 100 caracteres e sem quebra de linha. Em outro resultado vemos 86 caracteres, porém com uma quebra de linha.

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Reflexões sobre a tag do Google Analytics e “nofollow”

Há algumas semanas postei aqui uma questão sobre a indexação ou não de páginas recém-criadas somente com a aplicação da tag do Analytics ao código do site.

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Algoritmo à base de links?

Os sistemas de busca já evoluíram muito, desde à base de índices cadastrados por humanos, até crawlers que indexavam qualquer tipo de informação sem um critério efetivo, até chegar ao Page Rank que atribuiu os rankings a partir das relações que as páginas tinham através dos links entre elas.

Todos esses sistemas podiam ser manipulados. Com o Page Rank isso não é diferente, visto que conseguindo alguns links em alguns sites relevantes é possível conseguir um bom posicionamento no resultado de busca (o próprio Google Bomb é um exemplo disso). Mas, então, qual seria a próxima fase da busca?

Essa é uma reflexão constante que tenho tido e algumas opções estão ainda bem discretas, com algumas iniciativas de Web 2.0, buscas mesclando vários tipos de conteúdos (imagens, vídeos, notícias, blogs), tem a wikia que começou há alguns meses, a própria busca personalizada. Os caminhos são muitos.

Li um artigo do Danny Sullivan, falando sobre a busca 4.0 e ele comenta que as buscas através das redes sociais, ou seja, um “algoritmo” baseado em indicações de usuários, seria a próxima fase da busca. Concordo em partes que essa seria um aprimoramento de um algoritmo baseado em links mas mesmo assim, não deixaria de ser um algoritmo passível de manipulação.

Enfim, pensar em SEO não é só pensar na otimização dos elementos on-page, ou elementos off-page, keyword density ou Google ou Yahoo. É pensar também no futuro da busca, em como os usuários vão procurar por temas na internet, nos dispositivos móveis, etc.

E o Ask.com.br?

O quarto maior buscador do mercado norte-americano é o Ask. O Ask é um buscador extremamente eficiente e bastante interessante nas funcionalidades. Introduziu alguns conceitos de busca universal até antes que o Google, mas aí fica a dúvida: por que é que eles não expandem o buscador para outros mercados?

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O que o Google diz sobre subdomínios e subdiretórios?

Matt Cutts, certo dia, em seu blog, respondeu a uma pergunta de uma leitora referente às “preferências” do Google em relação aos subdomínios ou subdiretórios quando o assunto era a denominação das extensões do país em uma URL.

Como todos que trabalham em SEO já´devem saber, a palavra de Cutts é a palavra do Google, portanto, vamos aqui refletir um pouco sobre o que disse o engenheiro-chefe do Google a respeito desse tema.

A pergunta da leitora foi a seguinte. Note que ela questiona sobre a influência de uma das duas opções sobre o menor tempo de indexação/exibição no Google:

“…which one is to be expected to be indexed and show on Google first; subdomain or subdirectory?”
Em uma tradução livre: “Qual das opções é de se esperar que seja indexada e mostrada primeiro no Google; subdomínio ou subdiretório?”

Eis a resposta de Matt Cutts:

“…to the best of my knowledge neither one has an advantage for crawling/indexing first.
Novamente traduzindo livremente, temos: “…no melhor do meu conhecimento, nenhuma das duas têm vantagens para a indexação ocorrer antes”.

Como a pergunta era sobre extensões de definição de localidade/país do domínio, a resposta foi voltada a esse tema. Porém, a resposta nos dá pistas sobre o uso de subdomínios ou subdiretórios para outros casos. Veja o complemento da resposta de Cutts:

“If you have sites with say French and German versions for a business, my preferences would be:

1. ccTLDS such as example.fr or example.de
2. After than, subdomains such as fr.example.com or de.example.com.
3. If that’s not possible, I’d use subdirectories such as example.com/fr/ or example.com/de/

“Se você tem sites com versões em Francês e Alemão para um determinado negócio, minhas preferências seriam:

1. ccTLDS (County Code Top Level Domains) como o “exemplo.fr “ou “exemplo.de”
2. Depois disso, subdomínios como “fr.example.com” or “de.example.com”.
3. Se essas opções são impossíveis, eu usaria subdirectorios como “example.com/fr/” or “example.com/de/”

Fonte: http://www.mattcutts.com/blog/subdomains-and-subdirectories/

Esse comentário de Matt Cutts nos dá margem para pensar não só em questões de países, mas sim do uso de pastas e subdiretórios com as palavras-chave do site. Portanto, podemos deduzir que para o Google é mais importante:

1- Palavra-chave no domínio. Ex: “palavrachave.com.br”
2- Palavra-chave no subdomínio. Ex: “palavrachave.domínio.com.br
3- Palavra-chave como subdiretório. Ex: domínio.com.br/palavrachave

Só relembrando a estrutura de uma URL, temos quatro campos principais:

Subdomínio.dominio.tipododominio.região (www.dominio.com.br)

Concluímos com isso que sempre que possível devemos seguir esse esquema de prioridades passados pelo Google, pois assim temos mais um elemento contribuindo com a otimização on-page de um site para melhor posicionamento nos resultados de busca do Google.