Laboratório de SEO


Search Wikia mostra títulos dos resultados de busca com até 100 caracteres

Categorias: Meta Tags, Redação de Tags, Reflexão, SEO, Title tag — Marcelo March 14, 2008 @ 12:48 pm

Pelo menos foi o que pude perceber enquanto fazia algumas pesquisas nos resultados de busca dessa nova search engine.

Ao realizar uma busca pelo termo “Brasil” tive a surpresa de encontrar, entre os resultados apresentados, alguns títulos que me chamaram a atenção pelo número de caracteres e pela forma como são exibidos. Em um dos resultados o título apresenta 100 caracteres e sem quebra de linha. Em outro resultado vemos 86 caracteres, porém com uma quebra de linha. Confira abaixo:

wikia1.jpg

Observando o exemplo acima, podemos notar que a quebra de linha ocorre no primeiro caso devido a presença de espaços entre as palavras. No caso de baixo, a quebra não ocorre, pois o buscador reconhece todo o conjunto com uma só palavra, já que o uso de underline é interpretado como continuação, isto é, todo o conjunto é visto como uma só palavra.

Mas, após analisarmos os outros resultados, nos ocorreu um dúvida: Como seria exibido um resultado como o do exemplo do resultado do “Universia Brasil” se sua posição fosse uma das primeiras da lista? Veja que não teria espaço… Só uma suposição, pois não encontramos uma palavra cujos resultados apresentam tal característica.

Esta é uma análise inicial ainda, mas ao menos nos mostra uma quebra do paradigma tradicional que vem sendo adotado pelo Google e que os SEOs acabam considerando. Porém, fazendo aqui uma brincadeira de futurologia, se um dia o Search Wikia passar o Google em importância no mercado de buscas seja por qual motivo for, já temos aí um ponto a ser pensado.



E o Ask.com.br?

Categorias: Ask, Google, Mercado de SEO, Reflexão — Willie March 11, 2008 @ 2:24 am

O quarto maior buscador do mercado norte-americano é o Ask. O Ask é um buscador extremamente eficiente e bastante interessante nas funcionalidades. Introduziu alguns conceitos de busca universal até antes que o Google, mas aí fica a dúvida: por que é que eles não expandem o buscador para outros mercados?

Algumas ações que o Ask fez que foram memoráveis:

- O Ask comprou palavras-chave para anunciar em links patrocinados no Google. Colocava o seguinte texto: “Procurando por PALAVRA-CHAVE? Encontre melhores resultados no ASK”. Simplesmente sensacional.

- O Ask produziu uma caneta (de tinta mesmo) muito melhor que a do Google. Depois de usarem uma caneta do Google por 2 semanas, infelizmente a caneta do Google quebrou. Eles escreveram um post informando que como tudo o que o Google faz, as canetas também eram “constantemente versão Beta”.

Minha opinião, gostaria muito que eles viessem pra cá! Vai um link pra eles, de graça, só pra tentar motivar isso:

Ask.com 



Algoritmo à base de links?

Categorias: Mercado de SEO, Reflexão, algoritmo — Willie @ 2:22 am

Os sistemas de busca já evoluíram muito, desde à base de índices cadastrados por humanos, até crawlers que indexavam qualquer tipo de informação sem um critério efetivo, até chegar ao Page Rank que atribuiu os rankings a partir das relações que as páginas tinham através dos links entre elas.

Todos esses sistemas podiam ser manipulados. Com o Page Rank isso não é diferente, visto que conseguindo alguns links em alguns sites relevantes é possível conseguir um bom posicionamento no resultado de busca (o próprio Google Bomb é um exemplo disso). Mas, então, qual seria a próxima fase da busca?

Essa é uma reflexão constante que tenho tido e algumas opções estão ainda bem discretas, com algumas iniciativas de Web 2.0, buscas mesclando vários tipos de conteúdos (imagens, vídeos, notícias, blogs), tem a wikia que começou há alguns meses, a própria busca personalizada. Os caminhos são muitos.

Li um artigo do Danny Sullivan, falando sobre a busca 4.0 e ele comenta que as buscas através das redes sociais, ou seja, um “algoritmo” baseado em indicações de usuários, seria a próxima fase da busca. Concordo em partes que essa seria um aprimoramento de um algoritmo baseado em links mas mesmo assim, não deixaria de ser um algoritmo passível de manipulação.

Enfim, pensar em SEO não é só pensar na otimização dos elementos on-page, ou elementos off-page, keyword density ou Google ou Yahoo. É pensar também no futuro da busca, em como os usuários vão procurar por temas na internet, nos dispositivos móveis, etc.

Qual a sua opinião sobre isso?



Reflexões sobre a tag do Google Analytics e “nofollow”

Categorias: Analytics, Google, Indexação, Reflexão, SEO — Marcelo @ 12:56 am

Há algumas semanas postei aqui uma questão sobre a indexação ou não de páginas recém-criadas somente com a aplicação da tag do Analytics ao código do site. Confira aqui o post da Tag do Analytcs

Após alguns dias, entretanto, a página estava indexada. Essa indexação abriu uma nova reflexão nos fez pensar sobre outra questão: a validade ou não do uso do atributo “nofollow” como bloqueio do robô do Google.

Pelo que percebemos, e por haver somente um link para o site teste publicado aqui neste blog, mesmo com o “nofollow” tivemos a indexação.

Então, surgiu a questão: Muitos sites usam o “nofollow” para impedir spam e passagem de Page Rank. Porém, como entrada do robô esse atributo não parece ser válido.

Portanto, fica aqui a reflexão da validade ou não de se usar o “nofollow” com o objetivo de impedir a indexação de uma página. Como visto nesse exemplo não é uma boa idéia usar o “nofollow” com esse intuito. Para isso existem outros recursos como o atributo “noindex” e o próprio bloqueio do robô do Google diretamente no arquivo Robots.txt.

Fica a reflexão. Você tem alguma sugestão ou comentário sobre essa questão? Deixe seu comentário.

Sobre o teste da tag do Analytics, vou fazer um outro teste, agora sem links. Quando eu tivermos o resultado postamos aqui.



O que o Google diz sobre subdomínios e subdiretórios?

Categorias: Google, Indexação, Reflexão, SEO, Subdiretório, domínio — Marcelo February 25, 2008 @ 8:36 pm

Matt Cutts, certo dia, em seu blog, respondeu a uma pergunta de uma leitora referente às “preferências” do Google em relação aos subdomínios ou subdiretórios quando o assunto era a denominação das extensões do país em uma URL.

Como todos que trabalham em SEO já´devem saber, a palavra de Cutts é a palavra do Google, portanto, vamos aqui refletir um pouco sobre o que disse o engenheiro-chefe do Google a respeito desse tema.

A pergunta da leitora foi a seguinte. Note que ela questiona sobre a influência de uma das duas opções sobre o menor tempo de indexação/exibição no Google:

“…which one is to be expected to be indexed and show on Google first; subdomain or subdirectory?”
Em uma tradução livre: “Qual das opções é de se esperar que seja indexada e mostrada primeiro no Google; subdomínio ou subdiretório?”

Eis a resposta de Matt Cutts:

“…to the best of my knowledge neither one has an advantage for crawling/indexing first.
Novamente traduzindo livremente, temos: “…no melhor do meu conhecimento, nenhuma das duas têm vantagens para a indexação ocorrer antes”.

Como a pergunta era sobre extensões de definição de localidade/país do domínio, a resposta foi voltada a esse tema. Porém, a resposta nos dá pistas sobre o uso de subdomínios ou subdiretórios para outros casos. Veja o complemento da resposta de Cutts:

“If you have sites with say French and German versions for a business, my preferences would be:

1. ccTLDS such as example.fr or example.de
2. After than, subdomains such as fr.example.com or de.example.com.
3. If that’s not possible, I’d use subdirectories such as example.com/fr/ or example.com/de/

“Se você tem sites com versões em Francês e Alemão para um determinado negócio, minhas preferências seriam:

1. ccTLDS (County Code Top Level Domains) como o “exemplo.fr “ou “exemplo.de”
2. Depois disso, subdomínios como “fr.example.com” or “de.example.com”.
3. Se essas opções são impossíveis, eu usaria subdirectorios como “example.com/fr/” or “example.com/de/”

Fonte: http://www.mattcutts.com/blog/subdomains-and-subdirectories/

Esse comentário de Matt Cutts nos dá margem para pensar não só em questões de países, mas sim do uso de pastas e subdiretórios com as palavras-chave do site. Portanto, podemos deduzir que para o Google é mais importante:

1- Palavra-chave no domínio. Ex: “palavrachave.com.br”
2- Palavra-chave no subdomínio. Ex: “palavrachave.domínio.com.br
3- Palavra-chave como subdiretório. Ex: domínio.com.br/palavrachave

Só relembrando a estrutura de uma URL, temos quatro campos principais:

11.jpg

Concluímos com isso que sempre que possível devemos seguir esse esquema de prioridades passados pelo Google, pois assim temos mais um elemento contribuindo com a otimização on-page de um site para melhor posicionamento nos resultados de busca do Google.



Vocês já pensaram nos primeiros resultados da segunda e terceira página de resultado?

Categorias: Google, Indexação, Reflexão, SEO — Marcelo February 19, 2008 @ 11:57 pm

Pois é, você pode até já ter pensado, mas muito provavelmente sua visão a respeito dessas páginas era linear. Não se sinta acanhado, isso é totalmente aceitável, sobretudo para quem trabalha ou gosta de SEO e se sente pressionado a ter sempre os links dos clientes na primeira página.

Mas peraí! Tendo em mente o fato de que em cada posição abaixo do primeiro lugar nos resultados de uma busca no Google temos um menor percentual de visitantes, sugiro aqui que comecemos a refletir sobre as primeiras posições das outras páginas de resultados.

Segundo um estudo publicado no website do Eyetrack, a ferramenta utilizada para analisar o comportamento de visibilidade do usuário da web, o percentual de visibilidade dos resultados de busca são os seguintes:

Visibilidade dos Resultados Orgânicos

Rank 1 – 100%
Rank 2 – 100%
Rank 3 – 100%
Rank 4 – 85%
Rank 5 – 60%
Rank 6 – 50%
Rank 7 – 50%
Rank 8 – 30%
Rank 9 – 30%
Rank 10 – 20%

Fonte: http://www.eyetools.com/inpage/research_google_eyetracking_heatmap.htm

A lógica é simples: se poucos entram nos resultados apresentados na parte de baixo da primeira página (leia-se resultados nas 7ª, 8ª, 9ª e 10ª posições) então, se essas pessoas mudam para a página 2 dos resultados, as 11ª, 12ª e 13ª posições não são assim tão ruins, afinal, estão também no chamado “golden triangle”.

É claro que ainda não temos como avaliar o percentual de pessoas que passam para a segunda página, e não me refiro necessariamente ao fato de que “a maioria dos usuários só vai até a terceira página”. Me refiro mesmo ao percentual real. Mas… se temos esse dado, de que “a maioria dos usuários só vai até a terceira página”, então temos aí uma nova realidade em SEO: Para alguns termos, principalmente para termos do long tail, podemos adotar a política de “otimizar para o topo” e não necessáriamente para “os primeiros resultados da primeira página”.

O teste

O teste aqui a ser feito é o seguinte: verificar acessos de um link nas primeiras posições da segunda página e compará-los aos links presentes das últimas posições da primeira página. Meu palpite é que os primeiros resultados da segunda página “podem” até ser um pouco maiores sim do que os últimos resultados da primeira página.



Mais um pouco sobre Titles - Pensando nos elementos e suas formas

Categorias: Google, Indexação, Meta Tags, Redação de Tags, Reflexão, SEO, Title tag — Marcelo @ 6:12 pm

Aproveitando o post do Willie sobre quantidade de caracteres na title tag, vou propor uma discussão/teste sobre este importantíssimo elemento de SEO. Vamos a algumas constatações:

1º - Temos uma questão de limite de caracteres exibidos no snippet do Google;
2º - Quando bem posicionados, temos muitas vezes a concorrência entre snippets, afinal, ninguém quer peder o clique.

Pensando nisso, proponho duas opções para a redação de title tags, seguindo a ordem apresentada acima:

Sugestão para a 1ª questão: Muitos de nós utilizamos separadores nos títulos. Muitos usam a vírgula, porém esse elemento pode dar uma noção errada no momento da leitura e, confundir o leitor é o que menos queremos nesse momento, certo?

Um recurso muito popular nas redações dessas tags é a utilização de hífens (-) para separar palavras-chave, conceitos e seções. Entretanto, esse elemento ocupa um espaço muito valioso! Pensando nisso, que tal o uso de outro elemento, tão “isento” quanto o hífem, porém que ocupa um espaço algumas vezes menor? Esse elemento é a barra vertical ( | ). Veja o exemplo e entenda o que proponho:

Casas: Encontre aqui a casa dos seus sonhos - Imobiliária X ——-> (59 caracteres)

Casas: Encontre aqui a casa dos seus sonhos|Imobiliária YY ——-> (58 caracteres)

Vendo o exemplo acima, surge uma outra pergunta: O Google exibe somente 65 caractéres ou exibe o “espaço ocupado por 65 caracteres”? Isto é: 65 pontos ou barras verticais colocados um ao lado do outro é o mesmo que 65 letras “m” colocadas uma ao lado da outra? Quer saber, vamos testar! Vou preparar duas páginas de teste com as duas características e assim que forem indexadas teremos a resposta.

Sugestão para a 1ª questão: Esta técnica é utilizada por muitos SEOs pela web afora, mas confesso que somente há pouco tempo tenho pensado em usá-la. A proposta aqui é deixar em letras maiúsculas os termos realmente chave do título de uma página. A lógica é simples: letras maiores, mais probabilidade de cliques. Exemplo:

Casas: Encontre aqui a casa dos seus sonhos - Imobiliária X

CASAS: ENCONTRE aqui a CASA dos seus sonhos - Imobiliária X

Fica a dica!



SEO não é mágica

Categorias: Mercado de SEO, Reflexão, SEO — Willie February 15, 2008 @ 5:18 pm

Search engine optimization não é mágica. Praticamente todas as melhores práticas estão disponíveis na internet em posts nacionais e internacionais. Mas então como um profissional de SEO se destaca no mercado?

Certamente, eu diria que o tempo e a quantidade de experimentos aplicados e comprovados seria um dos principais fatores. Outro fator é estar bastante focado na necessidade do cliente (ou site) que se está otimizando. A otimização pela otimização não serve para muita coisa.

Um bom profissional de SEO tem noções de conteúdo, de arquitetura, de criação, de tecnologia, de desenvolvimento, noções negociais e de análise de métricas.

A idéia deste blog, não é ensinar você a fazer SEO. Para isso existem vários sites disponíveis na internet. Gostaríamos de criar um espaço para compartilhar idéias de experimentos, alguns insights, e abrir a possibilidade para dividirmos alguns resultados de experiências na área de SEO.

Este blog em si, não está otimizado, pedimos desculpas para isso nesse momento, mas se você chegou aqui, espero que tenha uma excelente experiência e nos ajude a aumentar e melhorar os conteúdos enviando suas idéias para experimentos e se quiser, compartilhar seus resultados com aplicações específicas.

Algumas idéias de tópicos:

Google indexa um site novo só incluindo a tag do analytics?

O Google indexa um site só por ele ser criado no blogspot ou wordpress?

Subdomínios ou subdiretórios?

Qual o limite para palavras na Title Tag?

Quanto tempo sobrevive uma página com black hat?

e por aí vai…

Ainda vale a nota. Não trabalhamos em nenhum buscador, não sabemos o algoritmo do Google e não temos pretensão de quebrá-lo, mas sim, tentar contribuir com o mercado e com a comunidade de search que vem crescendo no Brasil.