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	<title>SEO.Lab &#187; Ranking</title>
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	<description>Laboratório e Técnicas de Search Engine Optimization</description>
	<lastBuildDate>Thu, 19 Aug 2010 21:08:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Fatores de rankeamento 2011 &#8211; A visão de quem trabalha com SEO</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 00:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo enviei um e-mail para os colegas que trabalham com SEO e pedi para que enviassem uma lista de fatores que, na opinião de cada um deles, poderia passar a fazer diferença nos posicionamentos orgânicos dos sites em 2011. A idéia era montar uma lista de &#8220;ranking factors&#8221; para o próximo ano. Após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo enviei um e-mail para os colegas que trabalham com SEO e pedi para que enviassem uma lista de fatores que, na opinião de cada um deles, poderia passar a fazer diferença nos posicionamentos orgânicos dos sites em 2011. A idéia era montar uma lista de &#8220;ranking factors&#8221; para o próximo ano.</p>
<p>Após muita correria e pouco tempo para dedicar ao blog e, principalmente, em agradecimento e consideração aos colegas que contribuiram, segue a lista dos principais pontos apontados por cada um deles.<span id="more-211"></span></p>
<p>Alexandre Santos:</p>
<p>Com esse BOOM das redes sociais, é muito desperdício o Google apenas indexar o conteúdo e não entender o que se passa dentro da mesma, sendo assim vejo que daqui alguns anos os profiles serão &#8220;sites&#8221; nas redes e cada um terá uma relevância especifica dentro dos algoritmos.</p>
<p>Na prática:</p>
<p>Ex:1 Se você colocar um link para meu site no seu twitter a relevância será X1, mas se o Marcelo Tas (conta verificada pelo Twiiter que não é spam e etc.. ) colocar um link para o meu site, a relevância será X8.</p>
<p>Ex:2 Você tem uma grande reputação em uma rede social X ( nº de visitas, seguidores e etc&#8230; )  e só fala sobre o assunto de animais, caso mencione um site especifico, os buscadores irão entender que vc é um formador de opinião pelas estatísticas acima e irá aumentar a credibilidade para os sites que você indica sobre o assunto.</p>
<p>Mauricio Zane:</p>
<p>Hoje em dia duas coisas que ainda não contam como fatores de rankeamento para mecanismos de busca são Velocidade da Página e Presença em Redes Sociais. O primeiro ponto já é levado em consideração pelo Quality Score do Adwords, mas, não pelos algorítimos da Busca Orgânica. Recentemente o Matt Cutts, engenheiro de qualidade de resultados do Google, afirmou que o tempo de carregamento da página pode começar afetar os resultados de busca. Então o negócio é ficar ligado em reduzir as requisições na sua página, colocar javascripts no rodapé, cachear imagens, criar uma CDN (Content Delivery Network), comprimir arquivos com gzip, reduzir o número de elementos DOM, Usar cabeçalhos que expiram, Usar cookie-free-domians entre outros. Uma boa ferramenta para isso é o YSlow. (Nota do editor: Este fator já está valendo! A resposta do colega foi dada no momento em que o fator ainda não estava oficializado)</p>
<p>Já nas redes sociais a dificuldade de acesso dos robôs e a falta de indexabilidade prejudicam que os mecanismos de busca possam interagir de forma mais integrada. Porém, redes sociais como o Twitter e Facebook estão trabalhando para isso e deve ser fator de rankeamento ter um bom posicionamento nas mídias sociais.</p>
<p>Gabriel Soto:</p>
<p>Microformats: quem já tem o hcard com as informações corretas vai ganhar vantagem nos snippets.</p>
<p>Social search: ter o uso de ferramentas de midias sociais. Não vamos nos limitar apenas a search optimization.</p>
<p>Cassiano Travareli:</p>
<p>- Fator 1</p>
<p>Nivel de Popularidade em Redes Sociais</p>
<p>O Google está para colocar em atividade a busca baseada nas relaçoes sociais das pessoas. Algo que será evidentemente explorado através das diversas redes sociais a que estão conectadas as pessoas. Na minha opinião você possuir uma personalidade ativa em um maior número de redes sociais, nos quais obviamente estarão conectados ao seu website, seja por um perfil, ou pelas referencias que você disponibiliza nas redes, mas isso será uma forte influencia que dará bastante relevancia para o site, e acredito muito como um dos maiores fatores para ranking nas ferramentas de busca.</p>
<p>- Fator 2</p>
<p>Tempo do Usuário no site X Taxa de Rejeição</p>
<p>Análise do tempo que o usuário permanece em um site, o tempo que demora nas páginas que ele navega, e obviamente essas informaçoes cruzadas com dados de taxa de rejeição, podem oferecer uma métrica interessante para ranqueamento. Mas acredito que para isso a utilização do Google Analytics seja necessária para facilitar para o Google, mas, diz o senhor Matt Cutts que eles não usam os dados&#8230; Bom dai acredita nisso quem quiser.</p>
<p>- Fator 3</p>
<p>Tempo de Carregamento de Página</p>
<p>A tendencia será o Google cada vez mais utilizar como critério o tempo de carregamento de páginas, talvez já esteja utilizando, mas não tenho dados concretos sobre isso, porém sera cada vez mais explorado esse tipo de fator. A idéia de tudo ser encontrado no menor tempo de possível já é utilizada no Google, agora ele quer passar isso para seus resultados, fazendo com que o usuário não perca tempo para nada.</p>
<p>Camilo Coutinho:</p>
<p>#3 &#8211; Otimização da descrição de Vídeos e alt de Imagens com a sua palavra-chave.<br />
#2 &#8211; Subdomínios com palavras-chaves (quase um BlackHat)<br />
#1 &#8211; Popularidade dos sites que apontam links para você</p>
<p>Guilherme Conter:</p>
<p>1) Velocidade do site: esse parece ser meio óbvio, mas o fato do Google ter encerrado o suporte ao IE6 indica que eles não tem medo de ignorar boa parte dos seus visitantes em troca de uma web mais rápida e segura;</p>
<p>2) Real time search: ainda está engatinhando, e Matt Cutts e sua equipe de spam terão muito trabalho pela frente, mas acho que a presença oficial das empresas no Twitter, através de certified accounts, e muitos seguidores &#8220;legítimos&#8221; e retweets com links que apontem para os sites poderão influenciar os resultados.</p>
<p>Bom, pessoal, não há certo e errado nas respostas. O objetivo não era esse. Era sim divagar sobre o tema. A curiosidade nas respostas fica por conta de que quase todos incluíram a presença em redes sociais como fator de posicionamento.</p>
<p>Mas e aí, o que eu penso sobre o assunto? Este é meu palpite também para o futuro da busca. Estar &#8220;na boca do povo&#8221; acredito ser o melhor indicador para qualificar um site como útil ou não.</p>
<p>Porém, acredito que seja necessário a interpretação do que está sendo dito, e não simplesmente ser citado. Assim como ocorre com o link building atual, em que links em sites de baixa qualidade podem prejudicar ao invés de ajudar o posicinamento de uma página, a presença em redes sociais também deverá ser interpretada como um voto positivo ou negativo. Como isso será feito? Não sei. Tenho palpites, mas são meras conjecturas sem fundamento.</p>
<p>Vc tem uma opinião diferente ou parecida com algum dos colegas acima? Esteja à vontade para comentar o post!﻿</p>
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		<title>The Social Graph &#8211; Social Search?</title>
		<link>http://seolab.com.br/reflexao/the-social-graph-social-search</link>
		<comments>http://seolab.com.br/reflexao/the-social-graph-social-search#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 02:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje assisti um webcast com o Chris Sherman, editor do Search Engine Land, falando sobre a influência das comunidades e redes sociais como formas de busca e como elas poderiam influenciar os algoritmos nas buscas atuais. Como reflexão, acho que os buscadores efetuam bem a parte de coleta de informações e isso está relativamente bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje assisti um webcast com o Chris Sherman, editor do Search Engine Land, falando sobre a influência das comunidades e redes sociais como formas de busca e como elas poderiam influenciar os algoritmos nas buscas atuais.</p>
<p><span id="more-51"></span></p>
<p>Como reflexão, acho que os buscadores efetuam bem a parte de coleta de informações e isso está relativamente bem resolvido (com exceção à indexação links em javascript e flash&#8230;), mas como mostrar e filtrar as informações relevantes para os usuários deverá ser o desafio dos próximos meses/anos/novos buscadores.</p>
<p>Talvez numa próxima etapa das buscas, os buscadores possam utilizar as tags adicionadas por usuários e/ou os links que eles utilizam para tentar melhorar os resultados de busca. Uma forma de estudar isso, seria ver como os buscadores estão se comportando para trazer resultados de conteúdos multimídia. Se no futuro teremos muito mais vídeos, áudios e imagens do que texto, como filtrar e selecionar os melhores resultados?</p>
<p>Acredito que a resposta esteja nas pessoas e como elas ajudam na organização de informações&#8230; vamos ver!</p>
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		<title>Vocês já pensaram nos primeiros resultados da segunda e terceira página de resultado?</title>
		<link>http://seolab.com.br/google/voces-ja-pensaram-nos-primeiros-resultados-da-segunda-e-terceira-pagina-de-resultado</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 02:57:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas de SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é, você pode até já ter pensado, mas muito provavelmente sua visão a respeito dessas páginas era linear. Não se sinta acanhado, isso é totalmente aceitável, sobretudo para quem trabalha ou gosta de SEO e se sente pressionado a ter sempre os links dos clientes na primeira página. Mas peraí! Tendo em mente o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, você pode até já ter pensado, mas muito provavelmente sua visão a respeito dessas páginas era linear. Não se sinta acanhado, isso é totalmente aceitável, sobretudo para quem trabalha ou gosta de SEO e se sente pressionado a ter sempre os links dos clientes na primeira página.</p>
<p>Mas peraí! Tendo em mente o fato de que em cada posição abaixo do primeiro lugar nos resultados de uma busca no Google temos um menor percentual de visitantes, sugiro aqui que comecemos a refletir sobre as primeiras posições das outras páginas de resultados.</p>
<p>Segundo um estudo publicado no website do Eyetrack, a ferramenta utilizada para analisar o comportamento de visibilidade do usuário da web, o percentual de visibilidade dos resultados de busca são os seguintes:</p>
<p>Visibilidade dos Resultados Orgânicos</p>
<p>Rank 1 – 100%<br />
Rank 2 – 100%<br />
Rank 3 – 100%<br />
Rank 4 – 85%<br />
Rank 5 – 60%<br />
Rank 6 – 50%<br />
Rank 7 – 50%<br />
Rank 8 – 30%<br />
Rank 9 – 30%<br />
Rank 10 – 20%</p>
<p>Fonte: http://www.eyetools.com/inpage/research_google_eyetracking_heatmap.htm</p>
<p>A lógica é simples: se poucos entram nos resultados apresentados na parte de baixo da primeira página (leia-se resultados nas 7ª, 8ª, 9ª e 10ª posições) então, se essas pessoas mudam para a página 2 dos resultados, as 11ª, 12ª e 13ª posições não são assim tão ruins, afinal, estão também no chamado “golden triangle”.</p>
<p>É claro que ainda não temos como avaliar o percentual de pessoas que passam para a segunda página, e não me refiro necessariamente ao fato de que “a maioria dos usuários só vai até a terceira página”. Me refiro mesmo ao percentual real. Mas… se temos esse dado, de que “a maioria dos usuários só vai até a terceira página”, então temos aí uma nova realidade em SEO: Para alguns termos, principalmente para termos do long tail, podemos adotar a política de “otimizar para o topo” e não necessáriamente para “os primeiros resultados da primeira página”.</p>
<p>O teste</p>
<p>O teste aqui a ser feito é o seguinte: verificar acessos de um link nas primeiras posições da segunda página e compará-los aos links presentes das últimas posições da primeira página. Meu palpite é que os primeiros resultados da segunda página “podem” até ser um pouco maiores sim do que os últimos resultados da primeira página.</p>
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