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	<title>SEO.Lab &#187; Indexação</title>
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	<description>Laboratório e Técnicas de Search Engine Optimization</description>
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		<title>Meta Description</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 20:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez mais tenho observado mudanças na forma do Google mostrar o snippet, muitas vezes e cada vez mais frequente ignorando a description tag. O exemplo abaixo, foi buscando por &#8220;publicidade e propaganda&#8221;, percebam que no resultado da Wikipedia, o snippet apresenta um atalho para um link âncora presente na página de Publicidade da Wikipedia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais tenho observado mudanças na forma do Google mostrar o snippet, muitas vezes e cada vez mais frequente ignorando a description tag. O exemplo abaixo, foi buscando por &#8220;publicidade e propaganda&#8221;, percebam que no resultado da Wikipedia, o snippet apresenta um atalho para um link âncora presente na página de Publicidade da Wikipedia. Fica o registro.</p>
<p><span id="more-147"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://seolab.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Imagem11.png"><img class="aligncenter size-large wp-image-151" title="Description com link âncora" src="http://seolab.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Imagem11-1024x296.png" alt="Description com link âncora" width="500" /></a></p>
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		<title>The Social Graph &#8211; Social Search?</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 02:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje assisti um webcast com o Chris Sherman, editor do Search Engine Land, falando sobre a influência das comunidades e redes sociais como formas de busca e como elas poderiam influenciar os algoritmos nas buscas atuais. Como reflexão, acho que os buscadores efetuam bem a parte de coleta de informações e isso está relativamente bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje assisti um webcast com o Chris Sherman, editor do Search Engine Land, falando sobre a influência das comunidades e redes sociais como formas de busca e como elas poderiam influenciar os algoritmos nas buscas atuais.</p>
<p><span id="more-51"></span></p>
<p>Como reflexão, acho que os buscadores efetuam bem a parte de coleta de informações e isso está relativamente bem resolvido (com exceção à indexação links em javascript e flash&#8230;), mas como mostrar e filtrar as informações relevantes para os usuários deverá ser o desafio dos próximos meses/anos/novos buscadores.</p>
<p>Talvez numa próxima etapa das buscas, os buscadores possam utilizar as tags adicionadas por usuários e/ou os links que eles utilizam para tentar melhorar os resultados de busca. Uma forma de estudar isso, seria ver como os buscadores estão se comportando para trazer resultados de conteúdos multimídia. Se no futuro teremos muito mais vídeos, áudios e imagens do que texto, como filtrar e selecionar os melhores resultados?</p>
<p>Acredito que a resposta esteja nas pessoas e como elas ajudam na organização de informações&#8230; vamos ver!</p>
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		<title>Description nos resultados de busca</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 02:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[Snippet]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz tempo que não atualizamos, mas vamos lá: o mercado de search está finalmente acordando no Brasil. Saiu no MM Online que uma das vagas novas mais procuradas nas empresas é o de analista de SEO. Mas, vamos ao post. Você já deve conhecer o comando “site:” que você faz no campo de busca do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz tempo que não atualizamos, mas vamos lá: o mercado de search está finalmente acordando no Brasil. Saiu no MM Online que uma das vagas novas mais procuradas nas empresas é o de analista de SEO.</p>
<p>Mas, vamos ao post. Você já deve conhecer o comando “site:” que você faz no campo de busca do Google para ver a quantidade de páginas indexadas. Ali, você pode verificar como os resultados de busca aparecem nos resultados.</p>
<p><span id="more-17"></span></p>
<p>Mas para os desavisados, um alerta: este comando não mostra exatamente como a descrição do snippet aparecerá nos resultados de busca. Faça o seguinte teste:</p>
<p>digite: site:dominio.com.br (substituindo domínio.com.br por um domínio que você tem)</p>
<p>Depois, faça a busca com uma palavra-chave e compare as descrições entre os dois resultados. Você pode encontrar alguma diferença, por isso, se você for otimizar o site, procurando melhorar a forma que os resultados de busca são apresentados para os usuários, não use como parâmetro as descrições provenientes do comando “site:”</p>
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		<title>Reflexões sobre a tag do Google Analytics e “nofollow”</title>
		<link>http://seolab.com.br/google/reflexoes-sobre-a-tag-do-google-analytics-e-%e2%80%9cnofollow%e2%80%9d</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 02:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algumas semanas postei aqui uma questão sobre a indexação ou não de páginas recém-criadas somente com a aplicação da tag do Analytics ao código do site. Após alguns dias, entretanto, a página estava indexada. Essa indexação abriu uma nova reflexão nos fez pensar sobre outra questão: a validade ou não do uso do atributo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algumas semanas postei aqui uma questão sobre a indexação ou não de páginas recém-criadas somente com a aplicação da tag do Analytics ao código do site.</p>
<p><span id="more-36"></span></p>
<p>Após alguns dias, entretanto, a página estava indexada. Essa indexação abriu uma nova reflexão nos fez pensar sobre outra questão: a validade ou não do uso do atributo “nofollow” como bloqueio do robô do Google.</p>
<p>Pelo que percebemos, e por haver somente um link para o site teste publicado aqui neste blog, mesmo com o “nofollow” tivemos a indexação.</p>
<p>Então, surgiu a questão: Muitos sites usam o “nofollow” para impedir spam e passagem de Page Rank. Porém, como entrada do robô esse atributo não parece ser válido.</p>
<p>Portanto, fica aqui a reflexão da validade ou não de se usar o “nofollow” com o objetivo de impedir a indexação de uma página. Como visto nesse exemplo não é uma boa idéia usar o “nofollow” com esse intuito. Para isso existem outros recursos como o atributo “noindex” e o próprio bloqueio do robô do Google diretamente no arquivo Robots.txt.</p>
<p>Fica a reflexão. Você tem alguma sugestão ou comentário sobre essa questão? Deixe seu comentário.</p>
<p>Sobre o teste da tag do Analytics, vou fazer um outro teste, agora sem links. Quando eu tivermos o resultado postamos aqui.</p>
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		<title>O que o Google diz sobre subdomínios e subdiretórios?</title>
		<link>http://seolab.com.br/google/o-que-o-google-diz-sobre-subdominios-e-subdiretorios</link>
		<comments>http://seolab.com.br/google/o-que-o-google-diz-sobre-subdominios-e-subdiretorios#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 02:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dominios]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Subdiretórios]]></category>

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		<description><![CDATA[Matt Cutts, certo dia, em seu blog, respondeu a uma pergunta de uma leitora referente às “preferências” do Google em relação aos subdomínios ou subdiretórios quando o assunto era a denominação das extensões do país em uma URL. Como todos que trabalham em SEO já´devem saber, a palavra de Cutts é a palavra do Google, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matt Cutts, certo dia, em seu blog, respondeu a uma pergunta de uma leitora referente às “preferências” do Google em relação aos subdomínios ou subdiretórios quando o assunto era a denominação das extensões do país em uma URL.</p>
<p>Como todos que trabalham em SEO já´devem saber, a palavra de Cutts é a palavra do Google, portanto, vamos aqui refletir um pouco sobre o que disse o engenheiro-chefe do Google a respeito desse tema.</p>
<p>A pergunta da leitora foi a seguinte. Note que ela questiona sobre a influência de uma das duas opções sobre o menor tempo de indexação/exibição no Google:</p>
<p>“…which one is to be expected to be indexed and show on Google first; subdomain or subdirectory?”<br />
Em uma tradução livre: “Qual das opções é de se esperar que seja indexada e mostrada primeiro no Google; subdomínio ou subdiretório?”</p>
<p>Eis a resposta de Matt Cutts:</p>
<p>“…to the best of my knowledge neither one has an advantage for crawling/indexing first.<br />
Novamente traduzindo livremente, temos: “…no melhor do meu conhecimento, nenhuma das duas têm vantagens para a indexação ocorrer antes”.</p>
<p>Como a pergunta era sobre extensões de definição de localidade/país do domínio, a resposta foi voltada a esse tema. Porém, a resposta nos dá pistas sobre o uso de subdomínios ou subdiretórios para outros casos. Veja o complemento da resposta de Cutts:</p>
<p>“If you have sites with say French and German versions for a business, my preferences would be:</p>
<p>1. ccTLDS such as example.fr or example.de<br />
2. After than, subdomains such as fr.example.com or de.example.com.<br />
3. If that’s not possible, I’d use subdirectories such as example.com/fr/ or example.com/de/</p>
<p>“Se você tem sites com versões em Francês e Alemão para um determinado negócio, minhas preferências seriam:</p>
<p>1. ccTLDS (County Code Top Level Domains) como o “exemplo.fr “ou “exemplo.de”<br />
2. Depois disso, subdomínios como “fr.example.com” or “de.example.com”.<br />
3. Se essas opções são impossíveis, eu usaria subdirectorios como “example.com/fr/” or “example.com/de/”</p>
<p>Fonte: http://www.mattcutts.com/blog/subdomains-and-subdirectories/</p>
<p>Esse comentário de Matt Cutts nos dá margem para pensar não só em questões de países, mas sim do uso de pastas e subdiretórios com as palavras-chave do site. Portanto, podemos deduzir que para o Google é mais importante:</p>
<p>1- Palavra-chave no domínio. Ex: “palavrachave.com.br”<br />
2- Palavra-chave no subdomínio. Ex: “palavrachave.domínio.com.br<br />
3- Palavra-chave como subdiretório. Ex: domínio.com.br/palavrachave</p>
<p>Só relembrando a estrutura de uma URL, temos quatro campos principais:</p>
<p>Subdomínio.dominio.tipododominio.região (www.dominio.com.br)</p>
<p>Concluímos com isso que sempre que possível devemos seguir esse esquema de prioridades passados pelo Google, pois assim temos mais um elemento contribuindo com a otimização on-page de um site para melhor posicionamento nos resultados de busca do Google.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mais um pouco sobre Titles &#8211; Pensando nos elementos e suas formas</title>
		<link>http://seolab.com.br/google/mais-um-pouco-sobre-titles-pensando-nos-elementos-e-suas-formas</link>
		<comments>http://seolab.com.br/google/mais-um-pouco-sobre-titles-pensando-nos-elementos-e-suas-formas#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 02:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Title Tag]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando o post do Willie sobre quantidade de caracteres na title tag, vou propor uma discussão/teste sobre este importantíssimo elemento de SEO. Vamos a algumas constatações: 1º &#8211; Temos uma questão de limite de caracteres exibidos no snippet do Google; 2º &#8211; Quando bem posicionados, temos muitas vezes a concorrência entre snippets, afinal, ninguém quer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando o post do Willie sobre quantidade de caracteres na title tag, vou propor uma discussão/teste sobre este importantíssimo elemento de SEO. Vamos a algumas constatações:</p>
<p>1º &#8211; Temos uma questão de limite de caracteres exibidos no snippet do Google;<br />
2º &#8211; Quando bem posicionados, temos muitas vezes a concorrência entre snippets, afinal, ninguém quer peder o clique.</p>
<p>Pensando nisso, proponho duas opções para a redação de title tags, seguindo a ordem apresentada acima:</p>
<p>Sugestão para a 1ª questão: Muitos de nós utilizamos separadores nos títulos. Muitos usam a vírgula, porém esse elemento pode dar uma noção errada no momento da leitura e, confundir o leitor é o que menos queremos nesse momento, certo?</p>
<p>Um recurso muito popular nas redações dessas tags é a utilização de hífens (-) para separar palavras-chave, conceitos e seções. Entretanto, esse elemento ocupa um espaço muito valioso! Pensando nisso, que tal o uso de outro elemento, tão “isento” quanto o hífem, porém que ocupa um espaço algumas vezes menor? Esse elemento é a barra vertical ( | ). Veja o exemplo e entenda o que proponho:</p>
<p>Casas: Encontre aqui a casa dos seus sonhos &#8211; Imobiliária X ——-&gt; (59 caracteres)</p>
<p>Casas: Encontre aqui a casa dos seus sonhos|Imobiliária YY ——-&gt; (58 caracteres)</p>
<p>Vendo o exemplo acima, surge uma outra pergunta: O Google exibe somente 65 caractéres ou exibe o “espaço ocupado por 65 caracteres”? Isto é: 65 pontos ou barras verticais colocados um ao lado do outro é o mesmo que 65 letras “m” colocadas uma ao lado da outra? Quer saber, vamos testar! Vou preparar duas páginas de teste com as duas características e assim que forem indexadas teremos a resposta.</p>
<p>Sugestão para a 1ª questão: Esta técnica é utilizada por muitos SEOs pela web afora, mas confesso que somente há pouco tempo tenho pensado em usá-la. A proposta aqui é deixar em letras maiúsculas os termos realmente chave do título de uma página. A lógica é simples: letras maiores, mais probabilidade de cliques. Exemplo:</p>
<p>Casas: Encontre aqui a casa dos seus sonhos &#8211; Imobiliária X</p>
<p>CASAS: ENCONTRE aqui a CASA dos seus sonhos &#8211; Imobiliária X</p>
<p>Fica a dica!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quantas palavras o Google lê na title tag?</title>
		<link>http://seolab.com.br/google/quantas-palavras-o-google-le-na-title-tag</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 02:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Title Tag]]></category>

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		<description><![CDATA[Ah, essa é boa né? A gente lê muito por aí sobre as melhores práticas: 65 caracteres para o snippet aparecer inteiro. Palavras-chave no início da tag e tudo mais, mas e se colocarmos 100 palavras no title? Qual seria o comportamento do Google? Uma consultoria escocesa de SEO (http://www.hobo-web.co.uk/), fez um experimento bastante interessante. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, essa é boa né?</p>
<p>A gente lê muito por aí sobre as melhores práticas: 65 caracteres para o snippet aparecer inteiro. Palavras-chave no início da tag e tudo mais, mas e se colocarmos 100 palavras no title? Qual seria o comportamento do Google?</p>
<p>Uma consultoria escocesa de SEO (http://www.hobo-web.co.uk/), fez um experimento bastante interessante. Eles inseriram 51 palavras na title tag e, após a indexação, viram que o Google trouxe como resultado a página através de palavras que estavam presentes na Title tag.</p>
<p>Ou seja, segundo o teste, o Google indexa uma porção de palavras na Title. Acredito que ele deva dar uma relevância menor para cada palavra em Titles com muitos termos. Vamos testar isso em momento oportuno.</p>
<p>Enquanto isso, não deixem de escrever as Titles seguindo as melhores práticas:</p>
<p>- 65 caracteres<br />
- Palavra-chave principal da página no começo da frase<br />
- entre outras.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Solicitar remoção de URL do Google</title>
		<link>http://seolab.com.br/google/solicitar-remocao-de-url-do-google</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 02:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desindexação]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[Webmaster Central]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto tempo leva para uma URL indesejada no índice do Google ser removida após solicitação no Google Webmaster Central? Vamos ao teste: Uma página de login deste blog havia sido indexada no Google (wp-login). A solicitação para desindexação foi feita no dia 17 de fevereiro às 12h00, através do console do Google Webmasters. Para fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto tempo leva para uma URL indesejada no índice do Google ser removida após solicitação no Google Webmaster Central?</p>
<p>Vamos ao teste:</p>
<p>Uma página de login deste blog havia sido indexada no Google (wp-login). A solicitação para desindexação foi feita no dia 17 de fevereiro às 12h00, através do console do Google Webmasters.</p>
<p>Para fazer a solicitação é necessário ter uma conta autenticada no Webmaster Central, retirar a página do servidor, para ela retorne ao Google um código 404 (página não encontrada) ou que haja uma restrição ao googlebot no arquivo Robots.txt. Optamos pela segunda opção.</p>
<p>Vamos ver em quanto tempo ele leva para proceder a solicitação.</p>
<p>Podemos repetir o teste novamente, quando começarmos a ter uma frequência maior de visitas do Googlebot. Dessa forma, podemos verificar também, se sites que são maiores podem ter as solicitações atendidas de forma mais rápida ou se o tempo é o mesmo.</p>
<p>Além disso, se as páginas confirmadas como retiradas são automaticamente retiradas do índice por uma busca pelo site (site:seolab.com.br)</p>
<p>|| ATUALIZADO || &#8211; 1 dia. A remoção do conteúdo e do índice ocorreu em menos de 24 horas após a solicitação.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Indexação: Blogspot x WordPress?</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 02:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willie</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google indexa automaticamente um blog recém criado no blogspot ou wordpress? Coincidentemente, logo um ou dois dias que perguntei isso ao Marcelo, o Search Engine Roundtable publicou um post com a mesma pergunta. Na minha opinião, caso o blog esteja configurado para dar “pings” em sites para informar que há novos posts, ele deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google indexa automaticamente um blog recém criado no blogspot ou wordpress?</p>
<p>Coincidentemente, logo um ou dois dias que perguntei isso ao Marcelo, o Search Engine Roundtable publicou um post com a mesma pergunta. Na minha opinião, caso o blog esteja configurado para dar “pings” em sites para informar que há novos posts, ele deve indexar em pouco tempo.</p>
<p>Acredito que essa seja uma opção que venha por default no blogspot, não tenho certeza se no wordpress também, mas uma experiência feita com este próprio blog (seolab) ele indexou no Google após 2 semanas, sem a publicação de post algum.</p>
<p>Mais algumas discussões sairam no Round Table, no link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.seroundtable.com/archives/016194.html" target="_blank">http://www.seroundtable.com/archives/016194.html</a></p>
<p>E você? já teve alguma experiência assim com o seu blog?</p>
]]></content:encoded>
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