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	<title>SEO.Lab &#187; Conteúdo</title>
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	<description>Laboratório e Técnicas de Search Engine Optimization</description>
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		<title>SEO para assessorias de imprensa – uma análise do presente e do futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:53:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez o SEO salve as assessorias de imprensa e as coloque definitivamente no século XXI. Explico por que. Há 13 anos, quando comecei a trabalhar com comunicação, existia uma metodologia muito bem estruturada para a produção de releases e para seu envio às redações. Textos bem escritos, montados com uma certa lógica facilitadora, tudo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez o SEO salve as assessorias de imprensa e as coloque definitivamente no século XXI. Explico por que. Há 13 anos, quando comecei a trabalhar com comunicação, existia uma metodologia muito bem estruturada para a produção de releases e para seu envio às redações. Textos bem escritos, montados com uma certa lógica facilitadora, tudo para “não dar trabalho” ao jornalista que o receberia, enfim, fazíamos uma bandeja com tudo o que qualquer jornalista mais gosta sempre com um único objetivo: emplacar o release.<br />
<span id="more-161"></span><br />
Passados esses anos, a coisa parece que não mudou muito. Os releases continuam basicamente os mesmos: texto feito em Word e enviado por email para os jornais. Mas peraí, a comunicação – que eu saiba – mudou nestes anos todos! E não só passamos do fax para o e-mail, mas também temos os jornais e leitores cada vez mais ávidos por novidades. Temos mais e mais agências povoando as redações e os releases competem muito mais entre si no momento da publicação. Além disso, as mídias sociais chegaram e já dominam a web.</p>
<p>Tendo isso em vista, o trabalho do jornalista de assessoria de imprensa, na minha humilde opinião, precisa assimilar estes conceitos novos também em seu dia-a-dia. Mas como fazer isso, muitos podem pensar. Aí entra o SEO.</p>
<p>O SEO como conceito atual e fundamental para um texto competir nos mecanismos de busca coloca o jornalista diante de uma realidade nova – fazer seu texto indexável, não só pelas palavras–chaves corretas, mas também pela própria nova web. Ser indexado pela realidade da internet deve ser o foco do novo release, que chamo de release 2.0. Este novo produto deve ter integração com as novas mídias sociais, deve passar por uma pesquisa de volume de busca para os principais termos do texto, deve apresentar termos-chave em seu título, deve levar textos prontos para se tornarem tags H1 e H2, devem conter links – com anchor texts, obviamente –, devem apontar para outros textos, devem levar fotos indexáveis, vídeos do Youtube. Resumindo: devem ser 2.0.</p>
<p>O mercado, entretanto, não é homogêneo e cego em relação a esta realidade. Já existem no país agências pensando em se tornarem agências de comunicação 2.0. Não vai demorar para vermos essas mudanças por aqui, mesmo sabendo que se trata de uma mudança radical. Mas é exatamente de mudanças radicais que um mercado alheio à nova web por pelo menos 13 anos demanda. Viva o SEO <img src='http://seolab.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>SEO x Jornalismo tradicional: O jornalismo de indexação veio para ficar</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 23:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo de Indexação]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<description><![CDATA[É engraçado como alguns jornalistas resistem às mudanças. Ok, isso é natural do ser humano, mas no jornalismo isso é mais acentuado. A questão do “meu texto” ou do “meu estilo” (atenção especial para a palavra “meu”) pode prejudicar muito a indexação de uma matéria importante e com grande potencial de atrair acessos. Tenho participado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É engraçado como alguns jornalistas resistem às mudanças. Ok, isso é natural do ser humano, mas no jornalismo isso é mais acentuado. A questão do “meu texto” ou do “meu estilo” (atenção especial para a palavra “meu”) pode prejudicar muito a indexação de uma matéria importante e com grande potencial de atrair acessos.</p>
<p><span id="more-156"></span></p>
<p>Tenho participado, por conta da minha atividade profissional, de reuniões com jornalistas responsáveis por conteúdo online e não é raro ouvir que “pensar também em palavras-chave” para a composição de um título ou para a redação do primeiro parágrafo de uma matéria é demais para o dia-a-dia.</p>
<p>Pois é&#8230; mas com o advento Google,o texto não basta estar na web: ele precisa ser encontrado. O “jornalismo de indexação”, como alguns classificam este tema, que conta com o uso de termos-chave corretos nos titles das páginas, nos primeiros parágrafos do texto e alguns outros elementos onpage, pode significar a vida ou a morte aos trabalhos de pesquisa de qualquer redator. Não é incomum encontrarmos jornais menores passando à frente de gigantes das comunicações quando o tema é posicionamento nos mecanismos de pesquisa. Muitos jornais pequenos já usam as técnicas e isso dá a eles o devido destaque.</p>
<p><strong>A virada de mesa</strong></p>
<p>Esta realidade, entretanto, está mudando. Os jornais e revistas impressas que possuem suas versões online já perceberam que foram passados para trás. A “otimização” já é realidade ou tema obrigatório de reuniões em várias redações. O que falta ainda, muitas vezes, é a aplicação dos conceitos. Mas isso é uma questão de tempo e de concorrência.</p>
<p>O jornalismo de indexação, ou simplesmente o SEO para conteúdo jornalístico, é mais uma das diversas mudanças pelas quais o jornalismo passou ao longo de sua existência. Impresso, rádio, TV, internet e agora, os buscadores. Todas estas fases foram superadas e esta é apenas mais uma delas.</p>
<p>Não me espantará se os jornais começarem a exigir de seus candidatos a emprego a indicação de “Conhecimentos em SEO” em seus currículos. Quem estiver antenado também não terá surpresas.</p>
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