Posts escritos por: Marcelo Ribeiro.

Estamos no Alltop!

O SEOLab é o primeiro blog/site em Português a ser incluído na lista de SEO do site Alltop.com (seo.alltop.com).

O Alltop.com é um portal que concentra os principais sites dos mais variados segmentos de interesse – um verdadeiro mega-clipping virtual. O principal objetivo do Alltop.com é responder o que “está acontecendo” em determinado tema e serve como porta de entrada para quem deseja manter-se atualizado em seus temas preferidos.

Em SEO o portal possui uma extensa lista de sites e blogs que cobrem o mundo do search e é exatamente neste grupo que o SEOLab está agora. Rumo ao topo!

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SEO para assessorias de imprensa – uma análise do presente e do futuro

Talvez o SEO salve as assessorias de imprensa e as coloque definitivamente no século XXI. Explico por que. Há 13 anos, quando comecei a trabalhar com comunicação, existia uma metodologia muito bem estruturada para a produção de releases e para seu envio às redações. Textos bem escritos, montados com uma certa lógica facilitadora, tudo para “não dar trabalho” ao jornalista que o receberia, enfim, fazíamos uma bandeja com tudo o que qualquer jornalista mais gosta sempre com um único objetivo: emplacar o release.
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SEO x Jornalismo tradicional: O jornalismo de indexação veio para ficar

É engraçado como alguns jornalistas resistem às mudanças. Ok, isso é natural do ser humano, mas no jornalismo isso é mais acentuado. A questão do “meu texto” ou do “meu estilo” (atenção especial para a palavra “meu”) pode prejudicar muito a indexação de uma matéria importante e com grande potencial de atrair acessos.

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Google com novidades em teste

O Google sempre está em testes e em evolução. A novidade agora é a barra lateral com mais opções de busca. Resultados recentes, só vídeos, só resultados de fóruns e por aí vai. O destaque vai para o “wonder wheel”, uma funcionalidade em Flash que mostra visualmente termos relacionados a sua busca. Muito interessante

A novidade, entretanto, não é mostrada para todos os usuários. Vamos esperar e ver se emplaca.

Para saber mais deixo o link de um post bem completo sobre o tema: http://blogoscoped.com/archive/2009-03-24-n84.html

O Google sugere… e vc aceita?

Já é realidade nos EUA: você busca no Google e recebe de volta sugestões de palavras mais buscadas, com direito a números e tudo mais. Mas e aí, isso muda um pouco as coisas não muda?

Se eu busco “carros”, pensando em “anúncios de carros”, e recebo – logo de cara – a sugestão de que “carros à venda” tem muita busca, opa, é claro que eu vou para esta opção e deixo a palavra “carros” de lado.

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A força dos inlinks para SEO

Recentemente na agência em que trabalho iniciamos um campeonato de SEO. Uma competição interna com a toda a agência e sem a participação do pessoal de SEO, é claro. Nós, “os da otimização”, estamos só como treinadores e consultores.

O ponto a ser ressaltado aqui é na verdade a estratégia adotada por uma das duplas participantes: o grande uso de links internos, os inlinks.

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Revista Webdesign

A edição número 51 da Revista Webdesign (Editora Artecom) traz uma reportagem mostrando o estudo de caso do redesenho do site da rede de hotéis Bourbon realizado pela agência curitibana Mídia Digital.

Na matéria, na verdade uma entrevista com todos os profissionais envolvidos, os editores do blog SEOLab – Willie Taminato e Marcelo Ribeiro – comentam as etapas de gerenciamento de conteúdo e SEO incoporados ao projeto.

Search Wikia mostra títulos dos resultados de busca com até 100 caracteres

Pelo menos foi o que pude perceber enquanto fazia algumas pesquisas nos resultados de busca dessa nova search engine.

Ao realizar uma busca pelo termo “Brasil” tive a surpresa de encontrar, entre os resultados apresentados, alguns títulos que me chamaram a atenção pelo número de caracteres e pela forma como são exibidos. Em um dos resultados o título apresenta 100 caracteres e sem quebra de linha. Em outro resultado vemos 86 caracteres, porém com uma quebra de linha.

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Reflexões sobre a tag do Google Analytics e “nofollow”

Há algumas semanas postei aqui uma questão sobre a indexação ou não de páginas recém-criadas somente com a aplicação da tag do Analytics ao código do site.

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O que o Google diz sobre subdomínios e subdiretórios?

Matt Cutts, certo dia, em seu blog, respondeu a uma pergunta de uma leitora referente às “preferências” do Google em relação aos subdomínios ou subdiretórios quando o assunto era a denominação das extensões do país em uma URL.

Como todos que trabalham em SEO já´devem saber, a palavra de Cutts é a palavra do Google, portanto, vamos aqui refletir um pouco sobre o que disse o engenheiro-chefe do Google a respeito desse tema.

A pergunta da leitora foi a seguinte. Note que ela questiona sobre a influência de uma das duas opções sobre o menor tempo de indexação/exibição no Google:

“…which one is to be expected to be indexed and show on Google first; subdomain or subdirectory?”
Em uma tradução livre: “Qual das opções é de se esperar que seja indexada e mostrada primeiro no Google; subdomínio ou subdiretório?”

Eis a resposta de Matt Cutts:

“…to the best of my knowledge neither one has an advantage for crawling/indexing first.
Novamente traduzindo livremente, temos: “…no melhor do meu conhecimento, nenhuma das duas têm vantagens para a indexação ocorrer antes”.

Como a pergunta era sobre extensões de definição de localidade/país do domínio, a resposta foi voltada a esse tema. Porém, a resposta nos dá pistas sobre o uso de subdomínios ou subdiretórios para outros casos. Veja o complemento da resposta de Cutts:

“If you have sites with say French and German versions for a business, my preferences would be:

1. ccTLDS such as example.fr or example.de
2. After than, subdomains such as fr.example.com or de.example.com.
3. If that’s not possible, I’d use subdirectories such as example.com/fr/ or example.com/de/

“Se você tem sites com versões em Francês e Alemão para um determinado negócio, minhas preferências seriam:

1. ccTLDS (County Code Top Level Domains) como o “exemplo.fr “ou “exemplo.de”
2. Depois disso, subdomínios como “fr.example.com” or “de.example.com”.
3. Se essas opções são impossíveis, eu usaria subdirectorios como “example.com/fr/” or “example.com/de/”

Fonte: http://www.mattcutts.com/blog/subdomains-and-subdirectories/

Esse comentário de Matt Cutts nos dá margem para pensar não só em questões de países, mas sim do uso de pastas e subdiretórios com as palavras-chave do site. Portanto, podemos deduzir que para o Google é mais importante:

1- Palavra-chave no domínio. Ex: “palavrachave.com.br”
2- Palavra-chave no subdomínio. Ex: “palavrachave.domínio.com.br
3- Palavra-chave como subdiretório. Ex: domínio.com.br/palavrachave

Só relembrando a estrutura de uma URL, temos quatro campos principais:

Subdomínio.dominio.tipododominio.região (www.dominio.com.br)

Concluímos com isso que sempre que possível devemos seguir esse esquema de prioridades passados pelo Google, pois assim temos mais um elemento contribuindo com a otimização on-page de um site para melhor posicionamento nos resultados de busca do Google.